terça-feira, 29 de junho de 2010

A Cultura do Agrião


A Cultura do Agrião
Agrião

De folhas verdes e pequenas, o agrião é muito nutritivo,tem boa demanda e custo baixo
O agrião saiu da região Sudeste da Ásia para o continente europeu há vários séculos. De lá, espalhou-se para o mundo, tornando-se figurinha fácil nos canteiros brasileiros.
De folhas pequenas e verde-escuras, a hortaliça é uma excelente opção para enriquecer saladas. Com baixo teor calórico, o agrião é também fonte de provitamina A (especialmente betacaroteno), possui grande quantidade de vitamina C, vitaminas do complexo B e sais minerais. O talo crocante tem ainda alto teor de iodo. Para completar, as folhas apresentam um sabor picante, mas suave, que estimula o apetite.
Propriedades medicinais não faltam ao agrião. A hortaliça faz bem para o fígado, é diurética e recomendada para diabéticos. Além disso, o agrião combate o ácido úrico, tuberculose, raquitismo, formação de pedra nos rins e efeitos tóxicos da nicotina. O suco de agrião fervido com leite é expectorante e, se misturado com mel, ajuda a aliviar a bronquite.
A hortaliça vai bem em locais com temperaturas que variam de 12 a 20 graus durante a noite. Nessas condições, chega a crescer naturalmente como planta selvagem. De outro lado, em regiões muito quentes, o florescimento pode ser induzido precocemente, o que prejudica seu crescimento e qualidade.
Mais popular por aqui são as variedades chamadas de "agrião de água", sobretudo aquelas que pertencem ao grupo de folhas largas. Os brasileiros também costumam consumir muito o agrião de terra seca, variedade algumas vezes preferida como broto.
Como é uma planta rústica e resistente, o agrião é fácil de cultivar. Porém, precisa de muita água limpa disponível. E, embora seja uma hortaliça que agrade bastante, é bom se assegurar sobre a existência de um mercado consumidor na vizinhança da plantação.
Raio X
Solo: argiloso, úmido e rico em matéria orgânica
Clima: ameno, com temperatura noturna entre 12 e 20 graus
Área: pode ser produzido até em caixotes com 25 cm de altura
Colheita: dois meses após o plantio
Custos: dez gramas de sementes a sete reais
Mãos à obra
A hortaliça se adapta muito bem em locais com temperaturas que variam de 12 a 20 graus durante a noite
Início - O plantio de agrião é feito por meio de sementes. Elas podem ser compradas em diversos locais como supermercados, cooperativas e lojas de produtos agropecuários. Para começar o cultivo, coloque as sementes em covas pequenas, abertas no local definitivo.
Espaçamento - As medidas indicadas para o cultivo do agrião são de 20 centímetros entre plantas e 25 entre linhas. Caixotes com 25 centímetros de altura podem ser utilizados como uma alternativa para áreas pequenas. Porém, a profundidade das covas deve ser sempre de um centímetro.
Terreno - Os mais adequados para o plantio de agrião são os que têm como característica umidade e argiloso, com muita matéria orgânica e pH entre 6 e 6,8. Avalie o teor de acidez por meio da análise do solo.
Cuidados - A irrigação deve ser feita diariamente. Se necessário, mais de uma vez por dia. Evite concorrência por água e nutrientes com a eliminação de ervas daninhas no local. Assim que as plantinhas apresentarem ramas de cinco centímetros, é hora de realizar o raleamento. Em cada cova, é bom deixar de três a quatro plantas.
Colheita - Após cerca de dois meses do plantio, o agrião já pode ser colhido. Antes, verifique se as folhas estão desenvolvidas e tenras. É possível fazer de três a quatro cortes, com intervalos de um mês.
Hidroponia - Algumas propriedades utilizam o sistema de hidroponia. O plantio é feito em solução nutritiva, mas tem custo alto. Um maço chega a oscilar entre 35 e 40 centavos, valor que cai pela metade quando a hortaliça é originada de cultivo em campo aberto. Um pacote de dez gramas de sementes de agrião custa, em média, sete reais.

Receitas com Alecrim

Receitas com Alecrim

Contrafilé grelhado com alecrim

Ingredientes:
4 bifes grandes de contrafilé limpos (cerca de 1,5 kg no total)
8 fatias finas de bacon
4 ramos médios de alecrim
2 colheres (sopa) de óleo
sal e pimenta-do-reino moída grosseiramente a gosto
Modo de Preparo:
Aqueça uma chapa de ferro própria para grelhar. Enquanto isso, lave os contrafilés, retire as aparas e seque-os. Envolva a parte lateral de cada contrafilé com 2 fatias de bacon e prenda-as com ramos de alecrim. Pincele toda a superfície da carne com o óleo. Disponha os bifes na chapa e deixe grelhar dos dois lados até dourar. Depois que começar a grelhar polvilhe o sal e retire do fogo. Distribua os bifes nos pratos e salpique a pimenta. Sirva com salteado de pimentão com ervas de provence.
Dicas:
Salteado de pimentão com ervas de provence:
Lave 3 pimentões médios (1 vermelho, 1 verde e 1 amarelo), retire os pedúnculos, abra-os e retire as sementes e os filamentos brancos. Pique-os em tiras no sentido do comprimento e refogue numa frigideira com 2 colheres (sopa) de azeite de oliva por 1 minuto. Salteie de vez em quando, por 5 minutos, ou até os pimentões ficarem al dente. Polvilhe sal a gosto e 1 colher (sopa) de ervas de Provence desidratadas. Misture bem e sirva.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Carnes
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
25 min
Rendimento:
4 porções
Espuma de abacaxi com crocante de amêndoas e alecrim
Ingredientes:
2 abacaxis maduros
3 folhas de gelatina incolor
300 g de açúcar
150 g de amêndoas fatiadas
3 ramos de alecrim
Modo de Preparo:
Descasque o abacaxi, bata no liquidificador e coe o suco numa peneira fina. Numa tigela, coloque as folhas de gelatina de molho em água por 5 minutos. A seguir, esprema-as para retirar o excesso de água e dissolva-as no suco de abacaxi levemente aquecido. Adicione 1/3 do açúcar. Encha um sifão (garrafa própria para chantilly) com o suco de abacaxi, carregue-o com gás e deixe na geladeira por 1 hora. Numa panela, faça um caramelo com o restante do açúcar, acrescente as amêndoas e o alecrim. Despeje o caramelo em uma fôrma polvilhada com açúcar para resfriar, quebre o crocante em pedaços pequenos e reserve. Agite bem o sifão e encha 4 taças, de preferência previamente geladas. Salpique o crocante e decore com coulis de morango (fruta batida com um pouco de açúcar).
Fonte: Revista Menu
Categoria:
Sobremesas: Doces
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Frio
Dificuldade:
Fácil
Rendimento:
4 porções
Farofa com azeitonas e alecrim
Ingredientes:
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 dente de alho pequeno picado
¼ xícara (chá) de azeitonas sem caroço fatiadas
1 colher (chá) de alecrim fresco picado
2 xícaras (chá) de farinha de mandioca crua
sal
Modo de Preparo:
Coloque o azeite em uma panela e leve ao fogo. Aqueça bem e adicione o alho picado e o alecrim. Quando o alho começar a dourar adicione a farinha de mandioca e cozinhe misturando até que ela fique bem dourada. Retire do fogo e adicione as azeitonas. Tempere com as e misture bem. Decore com folhas de alecrim fresco.
Categoria:
Acompanhamentos
Esta receita:
é vegetariana
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Frango ao forno com alecrim, sal grosso e alho
Ingredientes:
8 coxas e sobrecoxas pequenas com pele
32 dentes de alho com a casca
1 galho de alecrim
sal grosso e sal refinado a gosto
1 xícara (chá) de óleo de milho
1 maço de brócolis
azeite de oliva
Modo de Preparo:
Tempere o frango levemente com sal refinado. Doure bem o lado da pele no óleo, transfira-o para uma assadeira, com a pele para cima e com o óleo. Junte o alho, coloque o sal grosso e as folhas de alecrim sobre a pele do frango. Leve ao forno por cerca de 20 minutos, ou até que fique bem cozido. Cozinhe o brócolis em água e sal por mais ou menos 10 minutos. Escorra e refogue levemente no azeite. Sirva com o frango.
Dicas:
Este delicioso prato tem um sabor marcante e fica melhor ainda acompanhado de um bom vinho tinto. O brócolis pode ser substituído por outro legume de sua preferência ou até mesmo por arroz branco.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Aves
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Rendimento:
4 porções
Javali ao molho de alecrim com polenta bramata
Javali ao molho de alecrim com polenta bramata
Ingredientes:
1 pedaço de javali jovem
pimenta-do-reino
alecrim
vinho branco
azeite de oliva
sal
polenta
queijo mussarela de búfala
cebola
tomate
Modo de Preparo:
Deixe o javali marinar por 12 h. Seque com papel absorvente e pincele com azeite de oliva. Asse em forno baixo até que amacie, molhando de vez em quando com os sucos do assado. Corte o javali em porções individuais. Sirva com polenta recheada de mussarela de búfala, pequenas cebolas e tomates assados no forno com azeite de oliva, alecrim e com o molho que se formou na assadeira.
Categoria:
Carnes
Cozinha:
Italiana
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Salada de batata ao molho de alecrim
Ingredientes:
1 kg de batatas
2 potes de iogurte natural
2 dentes de alho amassados
2 colheres (sopa) de alecrim fresco
sal a gosto
Modo de Preparo:
Lave as batatas e coloque-as na panela de pressão. Cubra-as com água, tampe a panela e leve ao fogo. Assim que começar a ferver, cozinhe por mais 5 minutos, ou até ficarem macias. Resfrie a panela sob água corrente e retire a pressão. Escorra as batatas e deixe esfriar. Enquanto isso, prepare o molho. Em uma tigela, coloque o iogurte, o alho, o alecrim e o sal. Misture até ficar homogêneo e reserve. Descasque as batatas, corte-as em rodelas e tempere-as com sal. Disponha-as em uma travessa e despeje parte do molho por cima. Sirva o molho restante à parte.
Dicas:
O alecrim dá um aroma delicioso aos pratos. Pode ser usado para temperar carnes em geral, mas combina especialmente com frango e cordeiro. Pode ser usado também para temperar peixes
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Saladas
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Frio
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
15 min
Rendimento:
6 porções

Receitas com Agrião

Agrião com espaguete

2h 10min
6 porções
  • Ingredientes
  • 500 g de macarrão espaguete cozido al dente
  • Sal, pimenta do reino a gosto
  • 1 maço de agrião aferventado e bem escorrido
  • 3 colheres sopa de azeite
  • 1 cebola ralada
  • 1/2 xícara chá de azeitonas picadas
  • 1 lata de sardinha
  • Modo de Preparo
  1. Coloque o azeite na panela e frite a cebola por 3 minutos
  2. A seguir coloque a sardinha, azeitonas, agrião, sal, pimenta e deixe refogar por 5 minutos, mexendo de vez em quando
  3. Coloque o macarrão em um refratário e sobre ele, coloque o refogado de agrião
  4. Sirva a seguir, se quiser pode polvilhar queijo ralado

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Receita de Brusqueta de Agrião

Categoria: Receitas de Entradas

Ingredientes

Categoria da Receita:
Entradas
Dificuldade de Preparo da Receita:
fácil
Temperatura da Receita:
quente
Rendimento da Receita:
8 porções
Tempo de preparo da Receita:
10 min + 10 min de forno
  • • 100 g de bacon em fatias
  • • 1 maço de agrião
  • • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • • 1 pão italiano em fatias transversais de 3cm
  • • 2 dentes de alho
  • • 1 lata de salsaretti manjericão

Preparo da Receita

Frite o bacon em fogo baixo para que libere a gordura, formando tirinhas crocantes; reserve-as em local aquecido. Aproveite a gordura do bacon para aquecer o Salsaretti Manjericão, deixando ferver por alguns minutos. Descasque e corte os dentes de alho ao meio e esfregue as metades por toda a superfície do pão, para dar o aroma do alho. Regue as fatias com a metade do azeite e leve ao forno médio (180ºC) por 5 a 10 minutos, deixando dourar ligeiramente. Monte as brusquetas, dispondo em cada fatia de pão 2 a 3 colheres (sopa) de molho, 1 a 2 tirinhas de bacon crocante e folhinhas de agrião. Regue com o restante do azeite e sirva em seguida, ainda quente.

Dica para esta receita

Use pão amanhecido para dar mais estrutura às brusquetas. Se quiser um sabor mais picante, acrescente 2 filés de anchova ao Molho de Tomate Salsaretti Manjericão.

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Receita de Musse de Agrião

Categoria: Receitas de Entradas

Ingredientes

Categoria da Receita:
Entradas
Cozinha da Receita:
Francesa
Dificuldade de Preparo da Receita:
fácil
Temperatura da Receita:
frio
  • • 1 maço de agrião
  • • pimenta a gosto
  • • sal a gosto
  • • noz-moscada a gosto
  • • 2 tomates sem pele e sem sementes
  • • 2 colheres (sopa) de queijo gruyére ralado
  • • salsinha picada
  • • 3 claras de ovo
  • • 1 xícara (chá) de creme de leite
  • • 1 envelope de gelatina branca sem sabor
  • • 100 g de ricota fresca

Preparo da Receita

Umedecer a gelatina com 5 colheres (sopa) de água fria. Lavar o agrião e levar ao fogo com água. Assim que levantar fervura, escorrer, separando 1/2 copo da água para dissolver a gelatina. Passar o agrião no liquidificador com os tomates, a salsinha, a cebola, o sal, a pimenta, a noz-moscada, a ricota, o creme de leite e o queijo. Retirar do liquidifcador e acrescentar a gelatina dissolvida. Bater as claras em neve firme e juntar ao agrião, misturando bem. Colocar na geladeira por 6 horas. Servir enfeitada com legumes cozidos e presunto em cubinhos.

Plantas Que Curam: Agrião


Plantas Que Curam: Agrião

Agrião aumenta a quantidade de antioxidantes benéficos Consumir agrião regularmente pode ajudar a diminuir as chances de desenvolver câncer, segundo uma pesquisa realizada na Irlanda do Norte. O trabalho da Universidade de Ulster sugere que o agrião reduz o dano ao DNA de glóbulos brancos - considerados como um importante fator que pode desencadear o desenvolvimento do câncer. O agrião parece aumentar os níveis de compostos benéficos no sangue e cortar os níveis dos compostos danosos.

A pesquisa foi encomendada por uma organização chamada Watercress Alliance (Aliança do Agrião) e publicada na revista American Journal of Clinical Nutrition. Outros cientistas checam as pesquisas antes da publicação na revista.

Voluntários

Durante o estudo, 60 voluntários saudáveis, incluindo 30 fumantes, consumiram 85 gramas de agrião fresco todos os dias por oito semanas.

Os pesquisadores fizeram exames antes e depois desta mudança na dieta.

Eles descobriram que o dano ao DNA de glóbulos brancos teve uma diminuição de 22,9%.

Estas células também foram capazes de se proteger melhor dos efeitos dos chamados radicais livres.

Quando amostras de células foram expostas a peróxido de hidrogênio, que gera grandes números de radicais livres, os níveis de danos foram 9,4% menores do que o esperado.

Os níveis de compostos antioxidantes no sangue, como beta-caroteno e luteína, que podem combater os efeitos dos radicais livres, aumentaram.

Por outro lado, os níveis de triglicérides, ou gorduras existentes no sangue e potencialmente prejudiciais, apresentaram um corte de 10%.

Fumantes

As mudanças benéficas foram maiores entre os fumantes - que tinham níveis de compostos antioxidantes significativamente mais baixos no início do estudo.

Pesquisas anteriores sugeriram que aumentar o consumo de vegetais crucíferos como o agrião está ligado à redução do risco de vários tipos de câncer.

Mas o chefe da pesquisa, professor Ian Rowland, que atualmente está na Universidade de Reading, afirmou que a última pesquisa envolveu pessoas consumindo agrião em uma quantidade mais factível, ao invés de testes em laboratórios com o extrato do vegetal, como nos estudos anteriores.

"O dano ao DNA de células do sangue é um indicador do risco de câncer no corpo todo e os resultados dão a base para a teoria de que o consumo de agrião está ligado a uma redução total de risco de câncer em vários locais do corpo", afirmou.

A médica Anthea Martin, da organização de caridade britânica Cancer Research UK, disse que são necessários mais estudos para determinar se os efeitos do agrião nas células vistos pelos pesquisadores se traduzem em uma redução dos riscos de desenvolvimento de câncer.

sábado, 29 de maio de 2010

CULTURA DA ACELGA


Caracteristicas Gerais

A acelga (Beta vulgaris var. cicla) é uma planta bianual de ciclo longo pertencente à família Quenopodiáceas, tem como parte comestível às folhas cuja coloração é variável (de verde escuro à verde claro) que são ovaladas com as bordas encouraçadas, para que ocorra a formação de flores é necessário que a planta passe por um período de temperaturas baixas. O fruto contem de 3 a 4 sementes muito pequenas.

Família: Quenopodiáceas

Espécie: Beta vulgaris var. cicla.

Planta: A acelga é uma planta bianual, de ciclo longo, que não forma raiz ou fruto comestível. Sistema radicular: Possui raiz fibrosa e bastante profunda.

Folhas: Constituem na parte comestível, são grandes de forma ovalada com as bordas encouraçadas, a coloração varia, segundo as variedades, entre verde escuro e verde claro. Os pecíolos podem ser de cor creme ou branco.

Flores: Para que ocorra a floração é necessário que a planta passe por um período de temperaturas baixas. A inflorescência é composta por uma grande panícula, que pode atingir 1,20m. As flores são hermafroditas podendo aparecer isoladas ou em grupos de duas ou três. O cálice possui coloração esverdeada e é composto por 5 sépalas e 5 pétalas.

Fruto: As sementes são muito pequenas e estão encerradas em um pequeno fruto, que é comumente chamado de semente. Cada fruto contem de 3 a 4 sementes.

Hortaliça que possui como centro de origem a região do Mediterrâneo e Ilhas Canárias (Vavilov, 1951). As primeiras referências registram seu cultivo pelos gregos cerca de 500 anos a.C., sendo um alimento básico para a nutrição humana por muito tempo. Desde a Europa, a acelga tem sido levada a diversos países do mundo e na atualidade apresenta uma ampla difusão, especialmente na América e na Ásia.

Caracteristicas da Espécie

A acelga é uma planta de clima temperado. Desenvolve-se com temperaturas que são compreendidas entre um mínimo de 6º C e um máximo de 27º a 33º C, sendo mais favorável variando entre 15º e 25º C. As temperaturas de germinação estão entre 5º C de mínimo e 30º a 35º C de máxima, sendo mais favorável variando entre 18º e 22º C. Em algumas regiões tropicais e subtropicais seu desenvolvido é bom, contanto que seja cultivada em áreas altas e, nestas situações, pode se comportar como uma planta perene, devido à ausência de inverno definido nestas regiões. Necessita de solos com consistência media, se desenvolve melhor em solos com texturas mais argilosas. Requer solos profundos, com grande poder de absorção e ricos em matéria orgânica. Suporta muito bem solos salinos, resiste bem a presença de cloretos e sulfatos, mas não muito a carbonato de sódio. Requer solos alcalinos, com um pH ótimo de 7,2, tolerando solos com pH variando de 5,5 a 8, mas não tolera os solos ácidos.

CULTIVO DA ACELGA


ESPÉCIE - ACELGA

ORIGEM - Originária da Europa, onde cresce espontaneamente e
é cultivada há mais de 2000 anos.

NOME CIENTÍFICO - Beta vulgaris L. var. cicla

FAMÍLIA - Quenopodiaceae

EXIGÊNCIA CLIMÁTICA - Ameno (20º a 25º)

FORMA DE PROPAGAÇÃO - Semente

ÉPOCA DE PLANTIO

epoca de plantio inicio de
colheita
sul sudeste nordeste centro-oeste norte
fev/jul fev/jul * * abr/jun 60-70 dias

* não recomendável

RICA EM -Vitamina A, B, B2, B5, C, cobre, enxofre, iodo, cálcio, ferro, fósforo, potássio e sódio.

PROPRIEDADES MEDICINAIS

Ajuda a desinflamar os nervos (neurite), vigoriza o cérebro e fortalece o estômago.
O suco de acelga é indicado contra os cálculos biliários.
Folhas – utilizam-se contra as adenites, as hemorróidas, as feridas, as úlceras, etc.
Cozidas – empregam-se como emolientes em abcessos, contusões, flegmões (inflamações do tecido conjuntivo, que fica sob a pele), furúnculos, queimaduras, etc.
O chá da raiz, é remédio contra enfermidades do fígado.
As sementes são boas para combater a disenteria, a metrorragia, a poliúria.

Fonte: www.cnph.embrapa.br

acelga

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A acelga é uma hortaliça composta por vários e importantes nutrientes e com sabor agradável.
A acelga, também conhecida como beterraba branca, é uma verdura muito nutritiva,mas ainda pouco consumida no Brasil.É uma rica fonte de vitamina A, C, Niacina e de sais minerais como cálcio, fósforo e ferro. Tem poucas calorias e quase nenhuma gordura, podendo ser usada em dietas de baixo consumo calórico.

A vitamina A encontrada nesta hortaliça, é indispensável para a manter a saúde dos olhos, garantindo uma boa visão. Auda a manter a pele e as mucosas saudáveis, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, combate processos infecciosos, evita problemas de pele, hemorragias e fortalece os ossos e os dentes. A Niacina, assim como todas as outras vitaminas do Complexo B, protege o aparelho digestivo e o sistema nervoso central.

A acelga possui ainda grande quantidade de fibras que facilitam o bom funcionamento dos intestinos. Pode-se usar o suco deste vegetal, misturado em partes iguais com o suco de agrião,para combater os cálculos biliares. Toma-se um copo, por dia, em jejum. Também se utiliza a acelga para combater a prisão-de-ventre, preparando um laxante poderoso com meio copo de suco de acelga e uma colher de sopa de azeite.

Quando for comprar acelga, atenção para as folhas que devem estar novas e na cor verde-claro, com o talo verde-esbranquiçado. A consistência deve ser firme, parecida com a do repolho. As folhas internas precisam estar viçosas, sem manchas ou marcas de insetos. Quando o talo está mole ou com manchas pretas, é sinal de que a acelga já está passada. Guarde a acelga na gaveta de verduras da geladeira, onde ela se conserva em bom estado durante 3 ou 4 dias. Para conservá-la por mais tempo é necessário congelar.

Mas atenção, ela não deve ser consumida de forma exagerada, pos possui grande quantidade de oxalato, uma substância que prejudica a absorção de cálcio no organismo.

cultivo

seguir as mesmas recomendações técnicas indicadas indicadas para a beterraba, exceto espaçamento:30x20cm

domingo, 2 de maio de 2010

CARACTERISTICAS DA ACELGA


CARACTERISTICAS DA ACELGA

Acelga

A acelga ou beterraba branca é uma hortaliça de talos longos e firmes, as folhas podem ser opacas ou brilhantes na coloração verde ou avermelhada. Existem relatos sobre seu uso desde o século IV a.C., na região costeira do mar Mediterrâneo, onde fazia parte da alimentação básica dos camponeses. Depois foi levada da Europa para outros continentes.
Era utilizada na Antiguidade pelos romanos, gregos e egípcios.
A acelga é rica em niacina, vitamina A e vitamina C, fibras que auxiliam na função intestinal. A vitamina A é boa para a visão, saúde da pele e mucosas, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes. A vitamina C previne infecções, problemas da pele, hemorragias, fragilidade dos ossos. A niacina evita problemas do sistema digestório e nervoso.
Contém poucas calorias, é usada em saladas, ótima opção para quem está de regime. Pode ser consumida crua, cozida ou refogada, misturada a frutas e legumes crus, massas, com frango, atum e carnes. O suco da acelga misturado a uma colher (sopa) de azeite é indicado como laxante.
Ao comprá-la prefira as folhas novas, sem manchas e brilhantes, de cor verde-clara e talo verde-esbranquiçado. O consumo da acelga deve ser moderado pelo alto teor da substância oxalato, que prejudica a absorção de cálcio no organismo.
Quanto ao uso medicinal, pode ser utilizada em micoses, cicatrizes, doenças circulatórias, age como antioxidante e é eficaz contra os cálculos biliares.
Em geladeira o período de conservação é de 5 a 7 dias.
O período de safra é de junho a outubro.

cultivo da acelga

considerações:

a acelga é uma olericola de sabor finíssimo, entretanto não emplacou no Brasil, exceto em localidades de forte influência européia, como o sul do Brasil, talvez pela sua alta atração aos insetos seu cultivo torne problemático, mas a seguir daremos dicas para se ter boa produtividade.

Solos

Como qualquer outra olericola, sua exigencia em solo de alto teor de matéria orgânica é fundamental.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

RECEITAS COM ACELGA



receitas
salada oriental com acelga


Receitas com Acelga
Ao contrário do que acontece na Europa, a acelga nunca "emplacou" entre nós como verdura de grande consumo. E, mesmo assim, algumas mesas brasileiras a admitem apenas como elemento de decoração de saladas para ocasiões especiais - o que, além de ser um procedimento absurdo, num mundo carente de alimentos, é também uma injustiça. Afinal, esta herbácea da família das quenopodiáceas é fonte certa de sais minerais e vitamina A, e em remotos tempos, já foi usada até no combate à caspa e à coriza.
A acelga é fonte de vitamina A, C, Niacina e de sais minerais como cálcio, fósforo e ferro. Tem poucas calorias e quase nenhuma gordura, sendo muito adequada para regimes de emagrecimento.A vitamina A é indispensável para a normalidade da vista, conserva a saúde da pele e das mucosas, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, age contra infecções, evita problemas da pele, hemorragias e fragilidade dos ossos e dentes. A Niacina, assim como todas as outras vitaminas do Complexo B, evita problemas do aparelho digestivo e do sistema nervoso. A acelga possui ainda quantidades significantes de fibras que auxiliam no movimento intestinal. Seu suco, misturado com igual parte de suco de agrião, é eficaz contra os cálculos biliares. Toma-se um copo, por dia, em jejum. Em caso de prisão-de-ventre prepara-se um bom laxante com meio copo de suco de acelga e uma colher (sopa) de azeite. Em cataplasma, utilizam-se as folhas contra as hemorróidas, feridas, úlceras, contusões, furúnculos e queimaduras.
A acelga deve ser consumida moderadamente por conter alto teor de uma substância (oxalato) que prejudica a absorção de Cálcio no organismo. A acelga pode ser conservada em geladeira de 5 a 7 dias. Seu período de safra é de junho a outubro. receitas abaixo.

1. Acelga Gratinada
Ingredientes:
2 colheres (sopa) de queijo ralado (opcional);
4 colheres (sopa) de margarina derretida;
2 colheres (sopa) de farinha de rosca;
2 colheres (sopa) de salsinha;
meio maço de acelga;
1 colher (sopa) de sal.
Preparo:
Cozinhar a acelga em água salgada com cheiro verde. Depois de cozida, deixar escorrer bem e colocar num prato que possa ir ao forno. Coloque uma camada de margarina derretida em cima de uma camada de folhas de acelga, outra de margarina até acabar as acelgas, sendo a última camada de queijo (se desejar) coberta de farinha de rosca. Levar ao forno para dourar.

2. Fritada de Acelga
Ingredientes:
1 colher (café) de farinha de trigo;
2 colheres (sopa) de salsa picada;
2 xícaras (chá) de acelga picada;
1 dente de alho picado;
3 ovos batidos;
sal a gosto;
óleo.
Preparo:
Junta-se à acelga picada os outros ingredientes e frita-se tudo no óleo. Servir quente.

3. Salada Oriental de Acelga
Ingredientes:
pimenta vermelha cortada em tiras finas a gosto;
1 colher (sopa) de óleo de gergelim (opcional);
½ acelga cortada em tiras de cerca de 1 cm;
3 colheres (sopa) de shoyu (molho de soja);
3 dentes de alho cortado bem picadinho;
1 pitada de aji-no-moto (opcional).
4 colheres (sopa) óleo comum;
vinagre a gosto;
sal a gosto.
Preparo:
Numa saladeira grande, coloque a acelga cortada e lavada e reserve. Numa panela, coloque o óleo comum e o de gergelim. Deixe esquentar um pouco e, então, acrescente a pimenta e o alho. Doure um pouco e desligue o fogo. Despeje esta mistura quente sobre a acelga, misture e junte o shoyu, o vinagre, o sal e o aji-no-moto. Misture bem e sirva.

4. Acelga Primavera
Ingredientes:
1 colheres (chá) de vinagre;
sal e cheiro verde à gosto;
tomates em rodelas;
fatias de cebola;
1 pé de acelga;
ovos cozidos;
azeitonas.
Preparo:
Lave a acelga. Cozinhe em água e sal, junto com o cheiro-verde e o vinagre. Escorra bem e arrume a acelga num prato. Misture os ingredientes do molho. Despeje por cima da acelga. tempere o tomate, a cebola, os ovos cozidos e as azeitonas à parte. Junte á acelga e sirva.

5. Rolinhos de acelga com arroz
Ingredientes:
2 colheres (sopa) de kümmel;
1 xícara (chá) de arroz;
10 folhas de acelga;
sal a gosto;
3 tomates.
Preparo:
Lave o arroz, escorra e coloque em uma tigela. Junte duas xícaras (chá) de água, ou o suficiente para cobri-lo. Cubra a tigela com filme plástico e deixe de molho por 1 hora. Em seguida, escorra a água e reserve. Lave os tomates, corte-os em cubos bem pequenos, sem retirar as sementes. Incorpore o arroz (com o caldo de sementes), junte a metade do k6ummel e o sal. Misture e reserve. Lave as folhas de acelga e escalde-as em uma panela com água quente. Use a própria panela em que estão cozidos os rolinhos. Retire a parte mais dura da acelga e abra as folhas em uma superfície lisa. Distribua o arroz temperado, enrole os rolinhos apertando bem e fechando as laterais. Disponha-os no cesto de uma panela própria para cozimento a vapor. Coloque água na parte de baixo da panela e junte o kümmel restante. Encaixe o cesto e tampe a panela. Leve ao fogo e cozinhe por 30 minutos, ou até o arroz ficar macio. Retire do fogo e sirva a seguir.

6. Acelga coral
Ingredientes:
3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado;
5 tomates maduros sem pele nem semente;
1 cebola pequena; 1 talo de salsão picado;
3 colheres (sopa) de manteiga;
sal e pimenta à gosto;
1 cenoura ralada;
1 kg de acelga.
Preparo:
Limpe a acelga separando as folhas dos talos. Corte os talos em pedaços e leve ao fogo para cozinhar em água e sal. Depois de 10 minutos, junte as folhas e cozinhe por mais meia hora. Quando estiver cozida, retire do foto, escorra e esprema em um pano para retirar toda a água. Derreta metade da manteiga, junte a acelga e cozinhe por mais 10 minutos. Tempere com sal e pimenta. À parte, faça o molho: doure a cebola no restante da manteiga, junte o salsão, a cenoura e o tomate picado. Tempere com sal e pimenta e deixe cozinhar até formar um molho grosso. Despeje o molho sobre a acelga e polvilhe como queijo ralado. Sirva quente.

7. Sopa de acelga
Ingredientes:
1 pé pequeno de acelga-japonesa (500g);
1 ½ colher (sopa) de farinha de trigo;
2 colheres (sopa) de creme de leite;
1 colher (sopa) de manteiga;
1 litro de caldo de legumes;
sal e noz-moscada à gosto;
1 cenoura ralada;
1 gema.
Preparo:
Limpe a acelga e corte-as em tiras. Refogue a cebola na manteiga e junte a acelga, deixando cozinhar por una 10 minutos, mexendo de vez em quando. polvilhe com a farinha de trigo, mexa bem e despeje o caldo. Cozinhe por mais 10 minutos. Tempere com sal e noz-moscada. Retire a panela do fogo. Misture a a gema com o creme de leite e adicione à sopa, sem deixar ferver novamente. Sirva quente.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

CULTURA DO AIPO



a cultura do aipo(salsão)
(apium graviolens)

1 - INTRODUÇÃO

O aipo ou salsão, é uma das hortaliças mais cultivadas nos países de clima temperado. No Brasil, o seu consumo ainda é restrito, sendo o estado de São Paulo o maior produtor e consumidor.

Consumido por uma faixa da população de maior poder aquisitivo, em forma de maionese e salada quando fresco e, em forma de sopa ou creme quando industrializado. Esta hortaliça tem despertado o interesse dos agricultores situados nos municípios próximos a capital paulista, já que estas regiões são favorecidas pelas condições climáticas adequadas a cultura.

2 - EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E ÉPOCA DE PLANTIO

O aipo é uma cultura adaptada as condições de outono - inverno, sendo a temperatura o fator climático de maior importância. A faixa ideal de temperatura para a cultura esta entre 15º a 20 ºC. Temperaturas mais elevadas reduzem o ciclo vegetativo e temperaturas abaixo de 12ºC por um período superior a seis dias diminuem o crescimento, podendo induzir o florescimento causando prejuízo comercial.

A região Sudeste apresenta condições climáticas adequadas para a cultura, visto que nos meses de março a maio indicados para plantio a temperatura é mais amena, e a umidade do ar é mais baixa, ocasionando uma menor incidência de doenças.

3 - CULTIVARES

Existem muitas cultivares de aipo, a maioria importada, as quais diferem entre si pelo aspecto da planta, coloração da folhagem , dimensão e coloração do pecíolo. As cultivares de pecíolo branco ou amarelo são preferidas para consumo fresco, e as de pecíolo verde, para a industrialização, relacionando-se as seguintes cultivares:

3.1- GIGANTE DE PÁSCOA: Possui aproximadamente 30 cm de altura, folhagem verde-escuro e caules tenros. Por se tratar de uma cultivar em que o pecíolo é pouco desenvolvido, se torna necessário promover o estiolamento da planta.

3.2- CHEIO DOURADO: Plantas com altura média de 35cm, recebeu este nome em função da folhagem intensa e de coloração verde-amarelada.

3.3- UTAH: Apresenta um porte médio, com 30cm de altura e 40cm de largura. Possui folhagem de coloração verde e regularmente clara. As plantas quando no ponto de consumo, pesam em média de 350 - 500g.

3.4 CORNELL 619: Plantas de porte elevado com cerca de 45cm de altura e folhagem verde-escuro. Apresenta caules arredondados -alongados, tenros e de coloração naturalmente clara.

4 - SOLO, CALAGEM E ADUBAÇÃO

Deve-se dar preferência aos solos areno-argilosos, profundos, ricos em matéria orgânica e bem drenados. Solos de textura muito pesada dificultam o desenvolvimento do sistema radicular, além de prejudicar a prática da amontoa, muitas vezes necessária para promover o estiolamento da planta.

Por ser uma cultura bastante cultivada em estufas, deve-se evitar os solos mais propícios ao problema de salinização e possuir água de irrigação de qualidade. Devido a sua intolerância à acidez e elevada exigência em cálcio e magnésio a calagem se torna indispensável na maioria dos casos, sendo necessário elevar o pH para uma faixa entre 6,0 e 7,0. Após 25 dias do transplantio o desenvolvimento da planta é bastante rápido, sendo a marcha de absorção de nutrientes elevada, o que mostra a necessidade de manter a fertilidade do solo em bom nível, durante todo o ciclo da cultura.

Um dos macroelementos mais exigidos pelo aipo é o potássio, causando a sua deficiência o retardamento no crescimento da planta. Entre os microelementos o boro merece uma atenção especial, causando a sua carência rachaduras de coloração castanha nos pecíolos e escurecimento dos bordos do limbo foliar.

Num solo de média fertilidade são indicados no plantio as seguintes quantidades de nutrientes em kg/ha: N - 30, P2O5 – 200 - 350, K2O – 100 - 150, Mg - 40 e 40 de bórax. Também pode-se suprir a alta exigência de B desta cultura por via foliar, com três pulverizações com solução de bórax na proporção de 60g/100 litros de água. Em cobertura, aplicam-se 120Kg/há de N e 60Kg/há de K2O parcelando-se em duas vezes, aos 20 e aos 40 dias após o transplantio.

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5 - SISTEMA DE PLANTIO

O plantio do aipo é feito por semeadura em bandejas ou sementeiras e posterior transplantio. O processo de semeadura é bastante simples, devendo-se para isso, possuir uma sementeira com boas condições para o desenvolvimento da muda. Devido ao fato de a semente de aipo ser muito pequena o solo da sementeira deve estar livre de torrões para proporcionar uma germinação uniforme da muda. Os canteiros devem possuir 1,20 de largura e um comprimento máximo de 20,0m para facilitar os tratos culturais.

A distribuição das sementes em sementeiras é feita em sulcos distanciados de 10 a 15cm a uma profundidade de 0,5cm. Gastam-se de 60-80g de sementes para produzir mudas para o plantio de 1 há. Quando se utiliza bandejas semear 1 – 2 sementes por célula. No caso de sementes peletizadas apenas uma semente por célula. O transplantio ocorre entre 50 a 70 dias quando as mudas se apresentam com 10 a 15 cm de altura e 4 a 5 folhas definitivas.

O espaçamento para transplantio varia em função do objetivo de mercado que a planta se destina. Para o consumo na forma de salada o espaçamento é maior para promover o estiolamento, sendo de 50 a 60 cm entre linhas e 25 a 30 entre plantas. Caso o produto se destine a agroindustria o estiolamento é desnecessário, sendo o espaçamento reduzido para 30 a 40cm entre linhas e 20 a 25 entre plantas.

6 - TRATOS CULTURAIS

O aipo ou salsão é uma cultura de ciclo relativamente longo quando comparado com as outras hortaliças ( 4 meses após o transplantio). Dentro desse contexto o suprimento constante de água deve iniciar logo após o transplantio a fim de reduzir o choque causado por esta operação. O nível de água no solo deve ser médio, devendo-se evitar o encharcamento. Apesar de o ciclo longo, o aipo apresenta um crescimento inicial rápido. A manutenção da cultura livre da competição de plantas daninhas é de fundamental importância para o bom desenvolvimento da mesma. É importante manter a cultura livre de competição de plantas no primeiro mês após o transplantio, visto que após esse período o aipo cobre rapidamente a superfície do solo dificultando o surgimento e desenvolvimento de plantas invasoras.

Caso a cultivar apresente as folhas muito abertas, permitindo a passagem de luz, os pecíolos ficarão esverdeados devido a ação da fotossíntesse. Neste caso, se a comercialização é melhor para o aipo branco, deve-se fazer o estiolamento, fechando as folhas e amarrando-se por 10 a 15 dias antes da colheita.

7 - pragas e doenças

Dentre as pragas que atacam a cultura do aipo se destacam os ácaros, minador das folhas e pulgão, sendo este último de maior importância, pois além de causar um dano direto à planta é transmissor do vírus do mosaico do aipo. O controle dessas pragas deve ser feito através de métodos culturais, tais como: manter a cultura no limpo até trinta dias e irrigação por aspersão visto que o uso de inseticidas reduz a população de inimigos naturais, além de serem muito poucos os registrados para a cultura.

As principais doenças que atacam o aipo, são aquelas comuns as apiáceas (umbelíferas) em geral. Dentre as doenças de folhas destacam-se a Septoria apii, Alternaria sp., Cercospora apii, que são facilmente controladas com a aplicação alternada de fungicidas à base de mancozeb, captafol e similares. As moléstias causadas por Fusarium oxysporium, Rhizoctonia solani ou R. alba, Sclerotinia sclerotiorum e nematóides principalmente do gênero Meloidogyne são menos freqüentes, porém em áreas onde se realiza cultivos sucessivos podem ocorrer com maiores intensidades, sendo aconselhável o uso de rotação de cultura.

8 - COLHEITA E COMERCIALIZAÇÃO

Aos 150 - 180 dias após a semeadura as plantas estarão em ponto de colheita, sendo então desamarradas e cortadas no disco de raízes 3 a 5cm abaixo do colo, de modo a manter os pecíolos presos. O corte deve ser feito nas horas de temperaturas mais amenas do dia, e a manipulação em ambiente fresco e úmido, para que a planta não entre em processo de murchamento.

O preparo do produto para comercialização consiste, na lavagem da planta e amarrio dos maços, cujo o número varia de acordo com usos e costumes do mercado. No CEAGESP, ponto de maior comercialização do produto é comum a venda em caixas do tipo "K" contendo de 15 a 18Kg.

CARACTERISTICAS DO AIPO (SALSÃO)



  • Nome Científico: Apium graveolens
  • Sinonímia: Apium integrilobum, Apium vulgare, Carum graveolens, Celeri graveolens, Selinum graveolens, Seseli graveolens, Sium apium, Sium graveolens
  • Nome Popular: Aipo, salsão, salsão-selvagem
  • Família: Apiaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Europa
  • Ciclo de Vida: Bienal

O aipo, também conhecido por salsão, é uma hortaliça bastante cultivada nos países de clima temperado. De textura herbácea, ele apresenta folhas pinadas ou bipinadas, compostas por folíolos rombóides, e sustentadas por pecíolos (talos) estriados, longos, eretos e espessos, de disposição alternada e coloração que varia entre o branco, amarelo e verde. As inflorescências são terminais, sesséis, do tipo umbela com pedúnculo curto, carregadas de numerosas e pequenas flores branco-esverdeadas. As variedades mais importantes de aipo são: "Gigante de Páscoa", planta de pecíolos largos, pesados (500 g) e folhagem verde-escura; "Utah", planta mais leve (350 g) e de folhagem verde, e "Cheio Dourado", planta alta, com folhas verde-amareladas e peso mediano (400 g).

O aipo é uma planta interessante para cultivarmos na horta doméstica, visto que não é muito encontrada nos estandes de feiras e supermercados. Ele é muito versátil na cozinha, podendo ser consumido em saladas cruas, ou em cozidos e sopas, acrescentando seu agradável aroma e sabor para pratos com aves, peixes ou assados. É um tempero muito valorizado na indústria de sopas prontas em pó. Suas sementes também são utilizadas há muito tempo como condimento e produção de óleo essencial para aromaterapia e fitoterapia, com diversas propriedades.

Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, irrigado a intervalos regulares. Pode ser semeada diretamente em canteiros definitivos, bem elevados, adubados e arejados, ou em sementeiras para posterior transplante das mudas. O aipo é uma cultura de outono e inverno, sua colheita inicia-se cerca de 150 a 180 dias após o plantio. Aprecia o clima ameno e regas freqüentes, sem encharcamento. Multiplica-se por sementes.

Medicinal
  • Indicações: Afecções urinárias, como cistites, uretritis, artrite, reumatismo, icterícia, hepatite, esteatose hepática, desordens menstruais, amenorréia, flatulência, hipertensão, fadiga.
  • Propriedades: Diurético, excitante, depurativo, desintoxicante, antioxidante, emenagoga, estimulante, expectorante, febrífuga, tônica.
  • Partes usadas: Raízes, sementes e folhas.
Aipo

Beneficios:
-Baixas calorias e rico em fibras
-Boa fonte de potassio
-Pode reduzir inflamaçoes e proteger contra o cancer

Beneficios:
- contém alto teor de nitratos vegetais.

As pessoas em regime alimentar geralmente comem bastante aipo, uma vez que ele contém baixas calorias até mesmo para os padrões geralmente verificados em vegetais. Dois talos contém menos de 10 calorias. No entanto seu alto teor de fibras dá a sensação de saciedade. O aipo é uma boa fonte de potássio; contribui também com pequenas quantidades de vitamina C e uma boa quantidade de folato e vitamina A. Embora não contenha muitos nutrientes, o aipo acrescenta um sabor especial a um variado número de receitas - desde sopas e guisados a saladas e recheios de aves. As folhas de aipo não são geralmente aproveitadas, embora constituam a parte mais nutritiva da planta, pois contém mais cálcio, ferro, potássio e vitaminas A e C do que os talos. As folhas devem ser utilizadas em sopas e saladas por seu sabor.

Aipo

As pessoas em regime alimentar geralmente comem bastante aipo, uma vez que ele contém baixas calorias até mesmo para os padrões geralmente verificados em vegetais. Dois talos contêm menos de 10 calorias. No entanto, seu alto teor de fibras dá a sensação de saciedade.

O aipo ainda é uma boa fonte de potássio, contribui também com pequenas quantidades de vitamina C e uma boa quantidade de folato e vitamina A. Embora não contenha muitos nutrientes, o aipo acrescenta um sabor especial a uma variado número de receitas - desde sopas e guisados a saladas e recheios de aves.

As folhas de aipo não são geralmente aproveitadas, embora constituam a parte mais nutritiva da planta, pois contêm mais cálcio, ferro, potássio e vitaminas A e C do que os talos. As folhas devem ser utilizadas em sopas e saladas por seu sabor.

Aipo (como planta medicinal)



O aipo era conhecido na Roma antiga, onde era consumido em abundância pelas suas presumíveis propriedades afrodisíacas.
Embora actualmente já não possua esta fama, é uma reconhecida fonte de potássio. Do aipo mais comum em Portugal (de talos e folhas verdes) tudo se aproveita, desde as folhas que condimentam caldos e saladas, às aromáticas sementes, passando pelos talos, depois de despojados dos fios laterais.
Aipo-de-folhas, aipo-rábano e aipo-silvestre são as 3 variedades mais comuns. Do aipo-rábano pode inclusivé extrair-se um sal especial, indicado nas dietas isentas do tradicional sal marinho, e muito apreciado no tempero de sumos de tomate ou mesmo do famoso Blooddy Mary.
Indispensável para perfumar caldos aromáticos de peixe - como o famoso court bouillon - experimenta ir mais longe e utilizar o aipo como cama de uns belos filetes de solha com molho de laranja. Surpreendente!
aipo
O aipo era usado pelos Gregos e Romanos como planta decorativa. Só na Renascença é que os europeus começaram a cultivá-lo, existindo aproximadamente 30 variedades com os mesmos princípios nutricionais, que se dividem em 2 grupos: o aipo cultivado, ou hortense, ou aipo de folhas e talos – de que se distinguem o dourado, ou branco, e o verde - e o aipo de cabeça, ou aipo nabo, ou aipo rábano ou vermelho.
Todas estas variedades são ricas em vitaminas A, B e C, bem como em cálcio, magnésio, potássio, fósforo e sódio. O aipo auxilia na redução do colesterol e na limpeza do sangue.
O aipo hortense não deve ser muito comprido, deve ter os talos claros e as folhas verdes escuras, enquanto que os de cabeça devem ser médios e ter folhas.
O primeiro aguenta-se muitos dias no frigorífico envolvido num pano húmido e o segundo conserva-se 2 semanas envolvido com película aderente.
Retiram-se os talos exteriores danificados do aipo hortense, lava-se sob água corrente e retiram-se os filamentos duros cortando cada folha pela base e puxando os filamentos no sentido contrário. O verde é usado quase unicamente como erva aromática e o branco come-se cru como aperitivo geralmente mergulhado num molho; os talos são utilizados em saladas; os corações de aipo são o pé do aipo dourado cortado a 10cm da base sem que as folhas, ou talos, tenham sido separados e comem-se recheados ou estufados.
Ao aipo de cabeça cortam-se as folhas – que podem ser aproveitadas noutras receitas -, descasca-se até ficar com uma superfície uniforme, rega-se com sumo de limão para não oxidar ou deita-se num recipiente com água e limão. Come-se cru, ralado em saladas, cozido em água ou num caldo, salteado, estufado, gratinado, em purés ou frito como batatas às rodelas.
Análise nutricional (por 100g):
proteínas: 0,75g
hidratos de carbono: 1,95g
fibra: 1,7g
vitamina A: 13ug
vitamina C: 7mg
cálcio: 40mg
fósforo: 25g
magnésio: 11mg
ferro: 0,40mg
potássio: 287mg
zinco: 0,13mg
sódio: 87mg

AIPO ( ou salsão) Caracteristicas



Nome científico: Apium australe Thou

Características: Planta herbácea, anual ou bianual, ereta, perfumada, de caule ereto, estriado, oco, ramificado, cilíndrico, glabro e fistuloso, atingindo 60cm de altura. As folhas são luzidias, verde-escuras, decompostas, pinatífidas, as basais longo pecioladas, com cinco folíolos ovais e as superiores sésseis, com três folíolos menores e mais estreitos. As flores, brancas, pequenas e numerosas, estão dispostas em umbelas compostas, sésseis ou curtamente pedunculadas, que reúne 6 a 12 raios desiguais. O fruto é um esquizocarpo subgloboso, curvo, castanho-esverdeado, glabro, suborbicular.

Uso doméstico: As sementes um forte aroma, persistente e picante. O pecíolo carnoso e as raízes carnosas são comestíveis, sendo utilizados em saladas. As folhas desidratadas e pulverizadas, constituem-se em excelente condimento.O óleo essencial é amarelo-claro, usado para aromatizar alimentos, doces, licores, perfumes e sabonetes.

Uso medicinal: O consumo regular da planta reduz a eliminação de potássio do organismo humano, sendo indicada principalmente para atletas. A raiz e semente são estomáquica, aperitiva, vulnerária, diurética e anti-hidrópica. A folha é resolutiva e peitoral , depurativa, expectorante, febrífuga, antiinflamatória, tônica , antiartrítica, anti-reumática , carminativa, emenagoga (salada) , excitante, antiescorbútica , alcalinizante, antitérmica, antiasmática e antianêmica .Indicada para o tratamento da asma úmida, gonorréia, retenção de urina, catarro pulmonar , nefrite, colite, disenteria, bronquite asmática, laringite, bronquite, úlceras de difícil cicatrização, contusões, ferimentos, hepatite, afecções febris , gota e litíase vesicular . A raiz é indicada para cálculos do fígado e icterícia .

aipo

O salsão (Apium graveolens) ou aipo é uma planta aromática alimentícia da família das apiáceas e sua origem é européia. Possui algumas variedades, com aromas e sabores muito característicos; destacam-se o salsão-branco, o salsão-tronchudo, o salsão-rábano, o salsão-gigante e o salsão-de-cabeça.

O salsão contém quantidades pequenas de vitamina C, cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio. É rico em fibras e ajuda no controle da taxa de colesterol do sangue. Exatamente pela sua pequena quantidade de calorias é um alimento muito recomendado nas dietas de emagrecimento. O salsão também possui muitas propriedades medicinais: age como antioxidante, evitando a destruição de células, e é usado como um alimento que ajuda na digestão, além de ter efeito refrescante.

O salsão pode ser comprado em maço ou em talos soltos. Se as folhas estão abertas, com uma cor verde forte e brilhante, firmes e com os talos íntegros é fresco (nada de talos amarelados, moles e com flores).

Praticamente todas as partes do salsão podem ser utilizadas na culinária. Seus talos, de textura crocante, podem ser servidos crus em saladas ou canapés, ou então cozidos. As pontas mais firmes e as folhas podem ser usadas no preparo de sopas e caldos. Basta cortar a base, separar os talos, aparar as pontas, retirar as fibras duras e enxágüar.

Há três maneiras de cortar o salsão:

rodelas: lave os talos, segure-os firmemente, corte-os em rodelas e deixe-os escorrendo numa peneira.

lâminas: corte um talo por vez no sentido diagonal em formato de lâminas.

tiras: corte os talos em tiras finas no sentido do comprimento e recorte as tiras para ficarem finas. Em seguida, coloque-as numa tigela com água gelada durante 1 hora ou mais. Com esse procedimento, as tiras ficarão viçosas, ligeiramente enroladas e ótimas numa salada.
A receita de hoje foi feita com o salsão cortado em lâminas e ficou ótima, mas acredito que o corte é o que menos importa.

Aipo

Benefícios:

-Baixas calorias e rico em fibras
-Boa fonte de potássio
-Pode reduzir inflamações e proteger contra o câncer

- contém alto teor de nitratos vegetais.

As pessoas em regime alimentar geralmente comem bastante aipo, uma vez que ele contém baixas calorias até mesmo para os padrões geralmente verificados em vegetais. Dois talos contêm menos de 10 calorias. No entanto seu alto teor de fibras dá a sensação de saciedade. O aipo é uma boa fonte de potássio; contribui também com pequenas quantidades de vitamina C e uma boa quantidade de folato e vitamina A. Embora não contenha muitos nutrientes, o aipo acrescenta um sabor especial a um variado número de receitas - desde sopas e guisados a saladas e recheios de aves. As folhas de aipo não são geralmente aproveitadas, embora constituam a parte mais nutritiva da planta, pois contém mais cálcio, ferro, potássio e vitaminas A e C do que os talos. As folhas devem ser utilizadas em sopas e saladas por seu sabor.



RECEITAS COM AIPO


Receita de: Bacalhau com Aipo

Ingredientes
  • 1kg de bacalhau demolhado
  • 500 gr de aipo
  • 4 colheres de azeite ou manteiga
  • 50 gr de passas
  • 50 gr de pinoli
Modo de Preparo
Limpar o aipo e cortá-lo aos pedaços. Deixar levantar fervura em quantidade de água muito pequena. Picar a cebola miudinha e deixar a refogar no azeite até aloirar. Adicionar os tomates cortados em rodelas e deixar ferver em lume forte durante cerca de 10 minutos. Cortar o bacalhau em pedaços depois de tiradas as peles e as espinhas. Tirar os caroços das azeitonas. Deixar os pedaços de bacalhau no molho de tomate e juntar os demais ingredientes. Sacudir a panela de maneira que os ingredientes se misturem, sem que se desfaça o bacalhau. Deixar ficar na panela a lume brando e sem ferver durante cerca de 15 minutos, conforme o tamanho dos pedaçs do bacalhau. Servir com pão ou com batatas.

Receita de Aipo cremoso ao forno

Ingredientes
  • 4 xícaras (chá) de aipo (salsão) cortado em tiras finas.
  • 6 colheres (sopa) de manteiga ou margarina.
  • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo.
  • 1 colher (chá) de sal.
  • 1 xícara (chá) de leite.
  • 1 colher (sopa) de pimentão verde picado.
  • 1 xícara (chá) de queijo fundido cortado em cubinhos.
  • 1 xícara (chá) de migalhas de pão fresco.
Modo de preparo
  • Pré-aqueça o forno em temperatura média (170°C).
  • Frite o aipo por uns 5 minutos até que fique macio.
  • Retire da frigideira e reserve.
  • Junte a farinha e o sal.
  • Adicione o leite todo de uma vez e cozinhe mexendo até que toda a mistura engrosse.
  • Adicione o aipo e o pimentão.
  • Junte o queijo e mexa até que derreta.
  • Despeje tudo numa forma refratária.
  • Numa tigela, misture as migalhas de pão e a manteiga ou margarina (2 colheres sopa) derretida.
  • Polvilhe sobre o aipo.
  • Asse em forno pré-aquecido por uns 20 minutos.
Rendimento: 8 porções.

Receita de Sulfê de aipo

Ingredientes
  • 3 xícaras (chá) de aipo
  • 150g de manteiga
  • 4 cebolas
  • 1 alho poró
  • Salsa e cebolinha picadas
  • 2 xícaras (chá) de água
  • 3/4 de 1 pão de forma (sem casca)
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 2 gemas
  • 2 claras em neve
  • Sal e pimenta-do-reino à gosto
  • Noz-moscada à gosto
Modo de preparo
  • Frite o aipo cortando bem miudinho na manteiga.
  • Junte as cebolas junto com o alho poró, a salsa e cebolinha bem picadinhas e a água.
  • Deixe cozinhar bem.
  • Corte o pão de forma em pedacinhos.
  • Frite de 2 a 3 vezes em manteiga, suficiente para dar gosto e corar.
  • Coloque sobre o pão de forma frito, as verduras cozidas com seu caldo, o leite onde foram as gemas.
  • Deixe amolecer o pão por 2 horas.
  • Coloque então as claras em neve firme.
  • Tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada.
  • Coloque em uma forma de chaminé untada com manteiga.
  • Leve para assar até secar bem e corar.
  • Virar ainda morno e servir.

PLANTAS QUE CURAM: AIPO




Apium graveolens L. - AIPO
Nome científico: Apium graveolens L.
Família: Apiaceae.
Sinônimos botânicos: Apium integrilobum Hayata, Apium vulgare Bubani, Carum graveolens (L.) Koso-Pol., Celeri graveolens (L.) Britton, Selinum graveolens (L.) Krause, Seseli graveolens Scop., Sium apium Roth, Sium graveolens (L.) Vest.
Outros nomes populares: sansão, salsão-selvagem, aipo-do-rio-grande, aipo-d’água, aipo-doce, aipo-bravo, aipo-hortense, aipo-dos-pântanos, aipo-rebano, aipo-silvestre, celeri, ápio, aipo-cultivado; echter sellerie (alemão), apio (espanhol), céleri (francês), celery (inglês), sedano (italiano).
Constituintes químicos: ácidos (glicérico, glicólico, málico, tartárico, cumárico, caféico, ferrúlico, químico, xiquímico), açúcares, apéina e outros flavonóides, cálcio, carboidratos, cumarinas (sesilina, isopimpenelina, apigravina); ferro, fósforo, manitol, niacina, óleo essencial (apiósido, limoneno, sileneno, eudesmol, sedanólido, anidrido sedanônico), pentasonas, sódio, vitaminas A, B1 (tiamina), B2 (kiboflavina ), C (ácido ascórbico).
Propriedades medicinais: alcalinizante, antioxidante, antipalúdica, antipirético, aperiente, carminativa, depurativo do sangue, digestivo, diurético, emenagoga, estimulante, estomáquica, expectorante, febrífuga, levemente laxante, refrescante, tônica, tônico para o sistema nervoso.
Indicações: ácido úrico, acidose, afecção febril, afonia, alivia a fadiga, anemia ferropriva e perniciosa, artrite, bronquite asmática, cálculo biliar, catarro pulmonar, chaga cancerosa, colite crônica, contusão, diminuir perda de potássio, disenteria, dismenorréia, distúrbio digestivo, diurese, escorbuto, escrofulose, estômago, fadiga, favorece a menstruação, ferimento, fígado, fortalecimento dos nervos, gás intestinal, gota, hepatite, icterícia, inapetência, intumescimento leitoso dos seios, laringite, malária, oftalmia, pneumonia, prevenção de escorbuto, proteção contra a xeroftalmia, reumatismo, rins (cólica, nefrite, cálculo), rouquidão, sarna, úlcera.
Parte utilizada: raízes, folhas, talos, sementes.
Contra-indicações/cuidados: sob forma de saladas é contra indicado para diabéticos; não deve ser utilizada por pessoas com inflamação nos rins.
Modo de usar:
- saladas cruas, sopas, caldos, sucos, condimentos, maioneses;
- suco. 1 xícara ao dia, dividido em 3 ou 4 vezes: carminativo, diurético, febrífugo, tônico; anúria, dismenorréia, debilidades em geral, espectorante;
- suco com maçã: eliminar excesso de dióxido de carbono e vontade de comer doces;
- decocção de 30 g de folhas frescas em 1 litro de água. Adoçar com 1 colher de mel, tomar diariamente pela manhã em jejum (bronquite asmática);
- decocção de 40 g de raízes e ramos de aipo em litro de água por 10 minutos. Filtrar e beber três xícaras ao dia: gota, nefrite, reumatismo, cálculos na bexiga;
- decocção em fogo brando, 20 g de raízes de aipo, 30 g de parietária e 30 g de raízes de salsa em um litro de água, por 10 minutos. Deixar esfriar e filtrar. Beber três xícaras ao dia: fígado, cálculos nos rins;
- decocção de 100 g de aipo em litro de água fria e ferver lentamente, por 20 minutos. Lavar os pés ou nas mãos, uma vez por dia, com o líquido ainda quente: frieiras;
- infusão de 1 colher de sopa de folhas verdes ou rizomas em 1 litro de água. Tomar 3 xícaras das de chá quente, diariamente;
- infusão de 15 g de sementes em litro de água fervente. Deixar esfriar e filtrar. Beber 3 xícaras ao dia: meteorismo intestinal e flatulência estomacal;
- xarope: corte em pedaços pequenos cinco gramas de raízes de aipo, cinco gramas de raízes de funcho, cinco gramas de raízes de aspargo, cinco gramas de raízes de salsa e cinco gramas de raízes de gilbarbeira. Colocar todas as raízes em um recípiente, com um litro de água fria. Deixar em maceração por 12 horas, filtrar, separando as raízes do líquido. Guarde o líquido. Colocar as raízes novamente no recipiente com 2 litros de água fria e deixe por mais 12 horas. Filtrar e misturá-lo ao primeiro, adicionando 2 quilos de açúcar. Colocar o xarope em fogo moderado, mexer constantemente, até o açúcar dissolver-se. Consumir 60 ml de xarope ao dia, em goles: depurativo;
Uso Externo:
- cataplasma em contusões e ferimentos: aplicar duas vezes ao dia na região afetada;
- raízes secas e moídas, polvilhadas sobre úlceras de difícil cicatrização duas vezes ao dia;

Alho Poró Caracteristicas e Historia


  • Alho Poró Caracteristicas e Historia

  • Nome Científico: Allium porrum
  • Sinonímia: Allium ampeloprasum var. porrum, Porrum sativum, Porrum commune
  • Nome Popular: Alho-porró, alho-poró, alho-porro, alho-francês, alho-macho, alho-porrô, poró, porro, porró, porrô, porro-bravo, porro-hortense
  • Família: Alliaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Europa
  • Ciclo de Vida: Bienal

O alho-porró é uma planta conhecida desde a antiguidade pelos egípcios, gregos e romanos, inclusive com diversas citações bíblicas. Ele é também uma das plantas símbolo do País de Gales. Atualmente encontra-se difundido pelo mundo inteiro, com crescente popularização e consumo. É uma planta herbácea, do mesmo gênero que o alho e a cebola. Produz as folhas e o talo no primeiro ano após o plantio e reproduz-se no segundo ano, florescendo e frutificando.

Suas folhas são longas, largas, suculentas e verdes, com bainhas compridas que se sobrepõem recobrindo o falso caule, formando o "talo" tenro, branco e comestível, dilatado na base. Suas raízes são fasciculadas e pouco profundas. As inflorescências grandes e de aspecto esférico, são do tipo umbela e contém numerosas flores brancas, róseas ou roxas. Após a polinização, formam-se os frutos do tipo cápsula trigona e as sementes pequenas, pretas e achatadas, com superfície enrugada, semelhantes às da cebola.

O alho-porró é uma deliciosa hortaliça que pode ser utilizada crua ou cozida fria como salada e em pratos quentes. Seu sabor é mais delicado, doce e suave que o da cebola, e é muito utilizado na culinária francesa e japonesa, geralmente em recheios de quiches e tortas, ou em refogados rápidos de legumes. A parte branca é a mais consumida e com maior variedade de preparações, mas as folhas verdes são também utilizadas para temperar molhos e sopas. A indústria de alimentos aproveita o alho-porró desidratado para a produção de sopas e temperos.

Apesar de bienal, o alho-porró é cultivado comercialmente como anual. Deve ser plantado sob sol pleno em solo fértil, calado, leve e enriquecido com matéria orgânica, irrigado regularmente. Pode ser semeado diretamente nos canteiros definitivos ou em sementeiras para posterior transplante. Na ocasião do plantio os canteiros devem ser bem preparados, elevados e fofos.

O transplante deve ser efetuado preferencialmente em dias nublados, quando as plantas atingirem de 10 a 15 cm de altura. Durante o seu crescimento (cerca de 1 mês antes da colheita) devemos "amontoar" a terra em torno da planta para que fique com os talos bem brancos. Com cerca de 120 dias no verão e 140 dias no inverno as plantas já estarão prontas para a colheita. Aprecia o clima ameno, mas atualmente o mercado oferece variedades bem adaptadas ao calor. Multiplica-se por sementes.

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Medicinal
  • Indicações: Problemas digestivos, infecções, pressão alta, arteriosclerose, cálculos renais, fraqueza, infecções respiratórias, verminose.
  • Propriedades: Antibiótica, digestiva, diurética, emoliente, estimulante, expectorante, laxante, vermífuga.
  • Partes usadas: Folhas, talos e sementes.