quarta-feira, 28 de abril de 2010

PRAGAS E MOLESTIAS DO ALHO PORÓ


A ocorrência de moléstias, em nossas condições, é pequena.
A “meIa”, também conhecida pelo, nome de “Damping-off”, moléstia que comumente aparece no canteiro, é causada por um grupo de fungos do solo, e seu principal sintoma é o apodrecimento da região do colo das plantinhas, bem como das raízes. Em conseqüência, há o tombamento das mudas.
Essa moléstia é mais comum em locais úmidos e sombreados, bem como em canteiros com aglomeração de mudas. Não há tratamento específico para o seu controle; evita-se, porém, em parte, a sua manifestação, adotando-se medidas seguintes:
Construção dos canteiros de semeadura, com dez centímetros de altura, em local seco e ensolarado; Semeação no espaçamento recomendado; Emprego de sementes previamente desinfetadas com “Rhodiauran” ou “Neantina”, secos, ou outro produto semelhante, na base de 500 gramas do desinfetante para 100 quilos de sementes; Pulverizações ou regas com uma solução protetora indicada no início da manifestação da moléstia.
Essas pulverizações ou regas devem ser repetidas semanalmerite, até que as mudas se recuperem. No caso das regas, são usados cinco litros da solução por metro quadrado de canteiro.
A praga mais importante é o trips, inseto minúsculo que vive nas partes invaginantes das folhas e se alimenta da seiva.
Em conseqüência da sua picada, a planta apresenta, nas folhas, manchas acinzentadas, cujo exame revela a destruição dos tecidos externos.
As maiores infestações dessa praga ocorrem em períodos secos e quentes.
Para seu controle, é aconselhável o emprego de pulverizações.

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