CENOURA

BONSAI

CEBOLA

ALFACE

ACELGA COMO PLANTA MEDICINAL


Acelga
A acelga ou beterraba branca é uma hortaliça de talos longos e firmes, as folhas podem ser opacas ou brilhantes na coloração verde ou avermelhada. Existem relatos sobre seu uso desde o século IV a.C., na região costeira do mar Mediterrâneo, onde fazia parte da alimentação básica dos camponeses. Depois foi levada da Europa para outros continentes.
Era utilizada na Antiguidade pelos romanos, gregos e egípcios.
A acelga é rica em niacina, vitamina A e vitamina C, fibras que auxiliam na função intestinal. A vitamina A é boa para a visão, saúde da pele e mucosas, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes. A vitamina C previne infecções, problemas da pele, hemorragias, fragilidade dos ossos. A niacina evita problemas do sistema digestório e nervoso.
Contém poucas calorias, é usada em saladas, ótima opção para quem está de regime. Pode ser consumida crua, cozida ou refogada, misturada a frutas e legumes crus, massas, com frango, atum e carnes. O suco da acelga misturado a uma colher (sopa) de azeite é indicado como laxante.
Ao comprá-la prefira as folhas novas, sem manchas e brilhantes, de cor verde-clara e talo verde-esbranquiçado. O consumo da acelga deve ser moderado pelo alto teor da substância oxalato, que prejudica a absorção de cálcio no organismo.
Quanto ao uso medicinal, pode ser utilizada em micoses, cicatrizes, doenças circulatórias, age como antioxidante e é eficaz contra os cálculos biliares.
Em geladeira o período de conservação é de 5 a 7 dias.
O período de safra é de junho a outubro.

RECEITAS COM ACELGA



receitas
salada oriental com acelga


Receitas com Acelga
Ao contrário do que acontece na Europa, a acelga nunca "emplacou" entre nós como verdura de grande consumo. E, mesmo assim, algumas mesas brasileiras a admitem apenas como elemento de decoração de saladas para ocasiões especiais - o que, além de ser um procedimento absurdo, num mundo carente de alimentos, é também uma injustiça. Afinal, esta herbácea da família das quenopodiáceas é fonte certa de sais minerais e vitamina A, e em remotos tempos, já foi usada até no combate à caspa e à coriza.
A acelga é fonte de vitamina A, C, Niacina e de sais minerais como cálcio, fósforo e ferro. Tem poucas calorias e quase nenhuma gordura, sendo muito adequada para regimes de emagrecimento.A vitamina A é indispensável para a normalidade da vista, conserva a saúde da pele e das mucosas, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, age contra infecções, evita problemas da pele, hemorragias e fragilidade dos ossos e dentes. A Niacina, assim como todas as outras vitaminas do Complexo B, evita problemas do aparelho digestivo e do sistema nervoso. A acelga possui ainda quantidades significantes de fibras que auxiliam no movimento intestinal. Seu suco, misturado com igual parte de suco de agrião, é eficaz contra os cálculos biliares. Toma-se um copo, por dia, em jejum. Em caso de prisão-de-ventre prepara-se um bom laxante com meio copo de suco de acelga e uma colher (sopa) de azeite. Em cataplasma, utilizam-se as folhas contra as hemorróidas, feridas, úlceras, contusões, furúnculos e queimaduras.
A acelga deve ser consumida moderadamente por conter alto teor de uma substância (oxalato) que prejudica a absorção de Cálcio no organismo. A acelga pode ser conservada em geladeira de 5 a 7 dias. Seu período de safra é de junho a outubro. receitas abaixo.

1. Acelga Gratinada
Ingredientes:
2 colheres (sopa) de queijo ralado (opcional);
4 colheres (sopa) de margarina derretida;
2 colheres (sopa) de farinha de rosca;
2 colheres (sopa) de salsinha;
meio maço de acelga;
1 colher (sopa) de sal.
Preparo:
Cozinhar a acelga em água salgada com cheiro verde. Depois de cozida, deixar escorrer bem e colocar num prato que possa ir ao forno. Coloque uma camada de margarina derretida em cima de uma camada de folhas de acelga, outra de margarina até acabar as acelgas, sendo a última camada de queijo (se desejar) coberta de farinha de rosca. Levar ao forno para dourar.

2. Fritada de Acelga
Ingredientes:
1 colher (café) de farinha de trigo;
2 colheres (sopa) de salsa picada;
2 xícaras (chá) de acelga picada;
1 dente de alho picado;
3 ovos batidos;
sal a gosto;
óleo.
Preparo:
Junta-se à acelga picada os outros ingredientes e frita-se tudo no óleo. Servir quente.

3. Salada Oriental de Acelga
Ingredientes:
pimenta vermelha cortada em tiras finas a gosto;
1 colher (sopa) de óleo de gergelim (opcional);
½ acelga cortada em tiras de cerca de 1 cm;
3 colheres (sopa) de shoyu (molho de soja);
3 dentes de alho cortado bem picadinho;
1 pitada de aji-no-moto (opcional).
4 colheres (sopa) óleo comum;
vinagre a gosto;
sal a gosto.
Preparo:
Numa saladeira grande, coloque a acelga cortada e lavada e reserve. Numa panela, coloque o óleo comum e o de gergelim. Deixe esquentar um pouco e, então, acrescente a pimenta e o alho. Doure um pouco e desligue o fogo. Despeje esta mistura quente sobre a acelga, misture e junte o shoyu, o vinagre, o sal e o aji-no-moto. Misture bem e sirva.

4. Acelga Primavera
Ingredientes:
1 colheres (chá) de vinagre;
sal e cheiro verde à gosto;
tomates em rodelas;
fatias de cebola;
1 pé de acelga;
ovos cozidos;
azeitonas.
Preparo:
Lave a acelga. Cozinhe em água e sal, junto com o cheiro-verde e o vinagre. Escorra bem e arrume a acelga num prato. Misture os ingredientes do molho. Despeje por cima da acelga. tempere o tomate, a cebola, os ovos cozidos e as azeitonas à parte. Junte á acelga e sirva.

5. Rolinhos de acelga com arroz
Ingredientes:
2 colheres (sopa) de kümmel;
1 xícara (chá) de arroz;
10 folhas de acelga;
sal a gosto;
3 tomates.
Preparo:
Lave o arroz, escorra e coloque em uma tigela. Junte duas xícaras (chá) de água, ou o suficiente para cobri-lo. Cubra a tigela com filme plástico e deixe de molho por 1 hora. Em seguida, escorra a água e reserve. Lave os tomates, corte-os em cubos bem pequenos, sem retirar as sementes. Incorpore o arroz (com o caldo de sementes), junte a metade do k6ummel e o sal. Misture e reserve. Lave as folhas de acelga e escalde-as em uma panela com água quente. Use a própria panela em que estão cozidos os rolinhos. Retire a parte mais dura da acelga e abra as folhas em uma superfície lisa. Distribua o arroz temperado, enrole os rolinhos apertando bem e fechando as laterais. Disponha-os no cesto de uma panela própria para cozimento a vapor. Coloque água na parte de baixo da panela e junte o kümmel restante. Encaixe o cesto e tampe a panela. Leve ao fogo e cozinhe por 30 minutos, ou até o arroz ficar macio. Retire do fogo e sirva a seguir.

6. Acelga coral
Ingredientes:
3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado;
5 tomates maduros sem pele nem semente;
1 cebola pequena; 1 talo de salsão picado;
3 colheres (sopa) de manteiga;
sal e pimenta à gosto;
1 cenoura ralada;
1 kg de acelga.
Preparo:
Limpe a acelga separando as folhas dos talos. Corte os talos em pedaços e leve ao fogo para cozinhar em água e sal. Depois de 10 minutos, junte as folhas e cozinhe por mais meia hora. Quando estiver cozida, retire do foto, escorra e esprema em um pano para retirar toda a água. Derreta metade da manteiga, junte a acelga e cozinhe por mais 10 minutos. Tempere com sal e pimenta. À parte, faça o molho: doure a cebola no restante da manteiga, junte o salsão, a cenoura e o tomate picado. Tempere com sal e pimenta e deixe cozinhar até formar um molho grosso. Despeje o molho sobre a acelga e polvilhe como queijo ralado. Sirva quente.

7. Sopa de acelga
Ingredientes:
1 pé pequeno de acelga-japonesa (500g);
1 ½ colher (sopa) de farinha de trigo;
2 colheres (sopa) de creme de leite;
1 colher (sopa) de manteiga;
1 litro de caldo de legumes;
sal e noz-moscada à gosto;
1 cenoura ralada;
1 gema.
Preparo:
Limpe a acelga e corte-as em tiras. Refogue a cebola na manteiga e junte a acelga, deixando cozinhar por una 10 minutos, mexendo de vez em quando. polvilhe com a farinha de trigo, mexa bem e despeje o caldo. Cozinhe por mais 10 minutos. Tempere com sal e noz-moscada. Retire a panela do fogo. Misture a a gema com o creme de leite e adicione à sopa, sem deixar ferver novamente. Sirva quente.

CULTURA DO AIPO



a cultura do aipo(salsão)
(apium graviolens)

1 - INTRODUÇÃO

O aipo ou salsão, é uma das hortaliças mais cultivadas nos países de clima temperado. No Brasil, o seu consumo ainda é restrito, sendo o estado de São Paulo o maior produtor e consumidor.

Consumido por uma faixa da população de maior poder aquisitivo, em forma de maionese e salada quando fresco e, em forma de sopa ou creme quando industrializado. Esta hortaliça tem despertado o interesse dos agricultores situados nos municípios próximos a capital paulista, já que estas regiões são favorecidas pelas condições climáticas adequadas a cultura.

2 - EXIGÊNCIAS CLIMÁTICAS E ÉPOCA DE PLANTIO

O aipo é uma cultura adaptada as condições de outono - inverno, sendo a temperatura o fator climático de maior importância. A faixa ideal de temperatura para a cultura esta entre 15º a 20 ºC. Temperaturas mais elevadas reduzem o ciclo vegetativo e temperaturas abaixo de 12ºC por um período superior a seis dias diminuem o crescimento, podendo induzir o florescimento causando prejuízo comercial.

A região Sudeste apresenta condições climáticas adequadas para a cultura, visto que nos meses de março a maio indicados para plantio a temperatura é mais amena, e a umidade do ar é mais baixa, ocasionando uma menor incidência de doenças.

3 - CULTIVARES

Existem muitas cultivares de aipo, a maioria importada, as quais diferem entre si pelo aspecto da planta, coloração da folhagem , dimensão e coloração do pecíolo. As cultivares de pecíolo branco ou amarelo são preferidas para consumo fresco, e as de pecíolo verde, para a industrialização, relacionando-se as seguintes cultivares:

3.1- GIGANTE DE PÁSCOA: Possui aproximadamente 30 cm de altura, folhagem verde-escuro e caules tenros. Por se tratar de uma cultivar em que o pecíolo é pouco desenvolvido, se torna necessário promover o estiolamento da planta.

3.2- CHEIO DOURADO: Plantas com altura média de 35cm, recebeu este nome em função da folhagem intensa e de coloração verde-amarelada.

3.3- UTAH: Apresenta um porte médio, com 30cm de altura e 40cm de largura. Possui folhagem de coloração verde e regularmente clara. As plantas quando no ponto de consumo, pesam em média de 350 - 500g.

3.4 CORNELL 619: Plantas de porte elevado com cerca de 45cm de altura e folhagem verde-escuro. Apresenta caules arredondados -alongados, tenros e de coloração naturalmente clara.

4 - SOLO, CALAGEM E ADUBAÇÃO

Deve-se dar preferência aos solos areno-argilosos, profundos, ricos em matéria orgânica e bem drenados. Solos de textura muito pesada dificultam o desenvolvimento do sistema radicular, além de prejudicar a prática da amontoa, muitas vezes necessária para promover o estiolamento da planta.

Por ser uma cultura bastante cultivada em estufas, deve-se evitar os solos mais propícios ao problema de salinização e possuir água de irrigação de qualidade. Devido a sua intolerância à acidez e elevada exigência em cálcio e magnésio a calagem se torna indispensável na maioria dos casos, sendo necessário elevar o pH para uma faixa entre 6,0 e 7,0. Após 25 dias do transplantio o desenvolvimento da planta é bastante rápido, sendo a marcha de absorção de nutrientes elevada, o que mostra a necessidade de manter a fertilidade do solo em bom nível, durante todo o ciclo da cultura.

Um dos macroelementos mais exigidos pelo aipo é o potássio, causando a sua deficiência o retardamento no crescimento da planta. Entre os microelementos o boro merece uma atenção especial, causando a sua carência rachaduras de coloração castanha nos pecíolos e escurecimento dos bordos do limbo foliar.

Num solo de média fertilidade são indicados no plantio as seguintes quantidades de nutrientes em kg/ha: N - 30, P2O5 – 200 - 350, K2O – 100 - 150, Mg - 40 e 40 de bórax. Também pode-se suprir a alta exigência de B desta cultura por via foliar, com três pulverizações com solução de bórax na proporção de 60g/100 litros de água. Em cobertura, aplicam-se 120Kg/há de N e 60Kg/há de K2O parcelando-se em duas vezes, aos 20 e aos 40 dias após o transplantio.

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5 - SISTEMA DE PLANTIO

O plantio do aipo é feito por semeadura em bandejas ou sementeiras e posterior transplantio. O processo de semeadura é bastante simples, devendo-se para isso, possuir uma sementeira com boas condições para o desenvolvimento da muda. Devido ao fato de a semente de aipo ser muito pequena o solo da sementeira deve estar livre de torrões para proporcionar uma germinação uniforme da muda. Os canteiros devem possuir 1,20 de largura e um comprimento máximo de 20,0m para facilitar os tratos culturais.

A distribuição das sementes em sementeiras é feita em sulcos distanciados de 10 a 15cm a uma profundidade de 0,5cm. Gastam-se de 60-80g de sementes para produzir mudas para o plantio de 1 há. Quando se utiliza bandejas semear 1 – 2 sementes por célula. No caso de sementes peletizadas apenas uma semente por célula. O transplantio ocorre entre 50 a 70 dias quando as mudas se apresentam com 10 a 15 cm de altura e 4 a 5 folhas definitivas.

O espaçamento para transplantio varia em função do objetivo de mercado que a planta se destina. Para o consumo na forma de salada o espaçamento é maior para promover o estiolamento, sendo de 50 a 60 cm entre linhas e 25 a 30 entre plantas. Caso o produto se destine a agroindustria o estiolamento é desnecessário, sendo o espaçamento reduzido para 30 a 40cm entre linhas e 20 a 25 entre plantas.

6 - TRATOS CULTURAIS

O aipo ou salsão é uma cultura de ciclo relativamente longo quando comparado com as outras hortaliças ( 4 meses após o transplantio). Dentro desse contexto o suprimento constante de água deve iniciar logo após o transplantio a fim de reduzir o choque causado por esta operação. O nível de água no solo deve ser médio, devendo-se evitar o encharcamento. Apesar de o ciclo longo, o aipo apresenta um crescimento inicial rápido. A manutenção da cultura livre da competição de plantas daninhas é de fundamental importância para o bom desenvolvimento da mesma. É importante manter a cultura livre de competição de plantas no primeiro mês após o transplantio, visto que após esse período o aipo cobre rapidamente a superfície do solo dificultando o surgimento e desenvolvimento de plantas invasoras.

Caso a cultivar apresente as folhas muito abertas, permitindo a passagem de luz, os pecíolos ficarão esverdeados devido a ação da fotossíntesse. Neste caso, se a comercialização é melhor para o aipo branco, deve-se fazer o estiolamento, fechando as folhas e amarrando-se por 10 a 15 dias antes da colheita.

7 - pragas e doenças

Dentre as pragas que atacam a cultura do aipo se destacam os ácaros, minador das folhas e pulgão, sendo este último de maior importância, pois além de causar um dano direto à planta é transmissor do vírus do mosaico do aipo. O controle dessas pragas deve ser feito através de métodos culturais, tais como: manter a cultura no limpo até trinta dias e irrigação por aspersão visto que o uso de inseticidas reduz a população de inimigos naturais, além de serem muito poucos os registrados para a cultura.

As principais doenças que atacam o aipo, são aquelas comuns as apiáceas (umbelíferas) em geral. Dentre as doenças de folhas destacam-se a Septoria apii, Alternaria sp., Cercospora apii, que são facilmente controladas com a aplicação alternada de fungicidas à base de mancozeb, captafol e similares. As moléstias causadas por Fusarium oxysporium, Rhizoctonia solani ou R. alba, Sclerotinia sclerotiorum e nematóides principalmente do gênero Meloidogyne são menos freqüentes, porém em áreas onde se realiza cultivos sucessivos podem ocorrer com maiores intensidades, sendo aconselhável o uso de rotação de cultura.

8 - COLHEITA E COMERCIALIZAÇÃO

Aos 150 - 180 dias após a semeadura as plantas estarão em ponto de colheita, sendo então desamarradas e cortadas no disco de raízes 3 a 5cm abaixo do colo, de modo a manter os pecíolos presos. O corte deve ser feito nas horas de temperaturas mais amenas do dia, e a manipulação em ambiente fresco e úmido, para que a planta não entre em processo de murchamento.

O preparo do produto para comercialização consiste, na lavagem da planta e amarrio dos maços, cujo o número varia de acordo com usos e costumes do mercado. No CEAGESP, ponto de maior comercialização do produto é comum a venda em caixas do tipo "K" contendo de 15 a 18Kg.

CARACTERISTICAS DO AIPO (SALSÃO)



  • Nome Científico: Apium graveolens
  • Sinonímia: Apium integrilobum, Apium vulgare, Carum graveolens, Celeri graveolens, Selinum graveolens, Seseli graveolens, Sium apium, Sium graveolens
  • Nome Popular: Aipo, salsão, salsão-selvagem
  • Família: Apiaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Europa
  • Ciclo de Vida: Bienal

O aipo, também conhecido por salsão, é uma hortaliça bastante cultivada nos países de clima temperado. De textura herbácea, ele apresenta folhas pinadas ou bipinadas, compostas por folíolos rombóides, e sustentadas por pecíolos (talos) estriados, longos, eretos e espessos, de disposição alternada e coloração que varia entre o branco, amarelo e verde. As inflorescências são terminais, sesséis, do tipo umbela com pedúnculo curto, carregadas de numerosas e pequenas flores branco-esverdeadas. As variedades mais importantes de aipo são: "Gigante de Páscoa", planta de pecíolos largos, pesados (500 g) e folhagem verde-escura; "Utah", planta mais leve (350 g) e de folhagem verde, e "Cheio Dourado", planta alta, com folhas verde-amareladas e peso mediano (400 g).

O aipo é uma planta interessante para cultivarmos na horta doméstica, visto que não é muito encontrada nos estandes de feiras e supermercados. Ele é muito versátil na cozinha, podendo ser consumido em saladas cruas, ou em cozidos e sopas, acrescentando seu agradável aroma e sabor para pratos com aves, peixes ou assados. É um tempero muito valorizado na indústria de sopas prontas em pó. Suas sementes também são utilizadas há muito tempo como condimento e produção de óleo essencial para aromaterapia e fitoterapia, com diversas propriedades.

Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, irrigado a intervalos regulares. Pode ser semeada diretamente em canteiros definitivos, bem elevados, adubados e arejados, ou em sementeiras para posterior transplante das mudas. O aipo é uma cultura de outono e inverno, sua colheita inicia-se cerca de 150 a 180 dias após o plantio. Aprecia o clima ameno e regas freqüentes, sem encharcamento. Multiplica-se por sementes.

Medicinal
  • Indicações: Afecções urinárias, como cistites, uretritis, artrite, reumatismo, icterícia, hepatite, esteatose hepática, desordens menstruais, amenorréia, flatulência, hipertensão, fadiga.
  • Propriedades: Diurético, excitante, depurativo, desintoxicante, antioxidante, emenagoga, estimulante, expectorante, febrífuga, tônica.
  • Partes usadas: Raízes, sementes e folhas.
Aipo

Beneficios:
-Baixas calorias e rico em fibras
-Boa fonte de potassio
-Pode reduzir inflamaçoes e proteger contra o cancer

Beneficios:
- contém alto teor de nitratos vegetais.

As pessoas em regime alimentar geralmente comem bastante aipo, uma vez que ele contém baixas calorias até mesmo para os padrões geralmente verificados em vegetais. Dois talos contém menos de 10 calorias. No entanto seu alto teor de fibras dá a sensação de saciedade. O aipo é uma boa fonte de potássio; contribui também com pequenas quantidades de vitamina C e uma boa quantidade de folato e vitamina A. Embora não contenha muitos nutrientes, o aipo acrescenta um sabor especial a um variado número de receitas - desde sopas e guisados a saladas e recheios de aves. As folhas de aipo não são geralmente aproveitadas, embora constituam a parte mais nutritiva da planta, pois contém mais cálcio, ferro, potássio e vitaminas A e C do que os talos. As folhas devem ser utilizadas em sopas e saladas por seu sabor.

Aipo

As pessoas em regime alimentar geralmente comem bastante aipo, uma vez que ele contém baixas calorias até mesmo para os padrões geralmente verificados em vegetais. Dois talos contêm menos de 10 calorias. No entanto, seu alto teor de fibras dá a sensação de saciedade.

O aipo ainda é uma boa fonte de potássio, contribui também com pequenas quantidades de vitamina C e uma boa quantidade de folato e vitamina A. Embora não contenha muitos nutrientes, o aipo acrescenta um sabor especial a uma variado número de receitas - desde sopas e guisados a saladas e recheios de aves.

As folhas de aipo não são geralmente aproveitadas, embora constituam a parte mais nutritiva da planta, pois contêm mais cálcio, ferro, potássio e vitaminas A e C do que os talos. As folhas devem ser utilizadas em sopas e saladas por seu sabor.

Aipo (como planta medicinal)



O aipo era conhecido na Roma antiga, onde era consumido em abundância pelas suas presumíveis propriedades afrodisíacas.
Embora actualmente já não possua esta fama, é uma reconhecida fonte de potássio. Do aipo mais comum em Portugal (de talos e folhas verdes) tudo se aproveita, desde as folhas que condimentam caldos e saladas, às aromáticas sementes, passando pelos talos, depois de despojados dos fios laterais.
Aipo-de-folhas, aipo-rábano e aipo-silvestre são as 3 variedades mais comuns. Do aipo-rábano pode inclusivé extrair-se um sal especial, indicado nas dietas isentas do tradicional sal marinho, e muito apreciado no tempero de sumos de tomate ou mesmo do famoso Blooddy Mary.
Indispensável para perfumar caldos aromáticos de peixe - como o famoso court bouillon - experimenta ir mais longe e utilizar o aipo como cama de uns belos filetes de solha com molho de laranja. Surpreendente!
aipo
O aipo era usado pelos Gregos e Romanos como planta decorativa. Só na Renascença é que os europeus começaram a cultivá-lo, existindo aproximadamente 30 variedades com os mesmos princípios nutricionais, que se dividem em 2 grupos: o aipo cultivado, ou hortense, ou aipo de folhas e talos – de que se distinguem o dourado, ou branco, e o verde - e o aipo de cabeça, ou aipo nabo, ou aipo rábano ou vermelho.
Todas estas variedades são ricas em vitaminas A, B e C, bem como em cálcio, magnésio, potássio, fósforo e sódio. O aipo auxilia na redução do colesterol e na limpeza do sangue.
O aipo hortense não deve ser muito comprido, deve ter os talos claros e as folhas verdes escuras, enquanto que os de cabeça devem ser médios e ter folhas.
O primeiro aguenta-se muitos dias no frigorífico envolvido num pano húmido e o segundo conserva-se 2 semanas envolvido com película aderente.
Retiram-se os talos exteriores danificados do aipo hortense, lava-se sob água corrente e retiram-se os filamentos duros cortando cada folha pela base e puxando os filamentos no sentido contrário. O verde é usado quase unicamente como erva aromática e o branco come-se cru como aperitivo geralmente mergulhado num molho; os talos são utilizados em saladas; os corações de aipo são o pé do aipo dourado cortado a 10cm da base sem que as folhas, ou talos, tenham sido separados e comem-se recheados ou estufados.
Ao aipo de cabeça cortam-se as folhas – que podem ser aproveitadas noutras receitas -, descasca-se até ficar com uma superfície uniforme, rega-se com sumo de limão para não oxidar ou deita-se num recipiente com água e limão. Come-se cru, ralado em saladas, cozido em água ou num caldo, salteado, estufado, gratinado, em purés ou frito como batatas às rodelas.
Análise nutricional (por 100g):
proteínas: 0,75g
hidratos de carbono: 1,95g
fibra: 1,7g
vitamina A: 13ug
vitamina C: 7mg
cálcio: 40mg
fósforo: 25g
magnésio: 11mg
ferro: 0,40mg
potássio: 287mg
zinco: 0,13mg
sódio: 87mg

AIPO ( ou salsão) Caracteristicas



Nome científico: Apium australe Thou

Características: Planta herbácea, anual ou bianual, ereta, perfumada, de caule ereto, estriado, oco, ramificado, cilíndrico, glabro e fistuloso, atingindo 60cm de altura. As folhas são luzidias, verde-escuras, decompostas, pinatífidas, as basais longo pecioladas, com cinco folíolos ovais e as superiores sésseis, com três folíolos menores e mais estreitos. As flores, brancas, pequenas e numerosas, estão dispostas em umbelas compostas, sésseis ou curtamente pedunculadas, que reúne 6 a 12 raios desiguais. O fruto é um esquizocarpo subgloboso, curvo, castanho-esverdeado, glabro, suborbicular.

Uso doméstico: As sementes um forte aroma, persistente e picante. O pecíolo carnoso e as raízes carnosas são comestíveis, sendo utilizados em saladas. As folhas desidratadas e pulverizadas, constituem-se em excelente condimento.O óleo essencial é amarelo-claro, usado para aromatizar alimentos, doces, licores, perfumes e sabonetes.

Uso medicinal: O consumo regular da planta reduz a eliminação de potássio do organismo humano, sendo indicada principalmente para atletas. A raiz e semente são estomáquica, aperitiva, vulnerária, diurética e anti-hidrópica. A folha é resolutiva e peitoral , depurativa, expectorante, febrífuga, antiinflamatória, tônica , antiartrítica, anti-reumática , carminativa, emenagoga (salada) , excitante, antiescorbútica , alcalinizante, antitérmica, antiasmática e antianêmica .Indicada para o tratamento da asma úmida, gonorréia, retenção de urina, catarro pulmonar , nefrite, colite, disenteria, bronquite asmática, laringite, bronquite, úlceras de difícil cicatrização, contusões, ferimentos, hepatite, afecções febris , gota e litíase vesicular . A raiz é indicada para cálculos do fígado e icterícia .

aipo

O salsão (Apium graveolens) ou aipo é uma planta aromática alimentícia da família das apiáceas e sua origem é européia. Possui algumas variedades, com aromas e sabores muito característicos; destacam-se o salsão-branco, o salsão-tronchudo, o salsão-rábano, o salsão-gigante e o salsão-de-cabeça.

O salsão contém quantidades pequenas de vitamina C, cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio. É rico em fibras e ajuda no controle da taxa de colesterol do sangue. Exatamente pela sua pequena quantidade de calorias é um alimento muito recomendado nas dietas de emagrecimento. O salsão também possui muitas propriedades medicinais: age como antioxidante, evitando a destruição de células, e é usado como um alimento que ajuda na digestão, além de ter efeito refrescante.

O salsão pode ser comprado em maço ou em talos soltos. Se as folhas estão abertas, com uma cor verde forte e brilhante, firmes e com os talos íntegros é fresco (nada de talos amarelados, moles e com flores).

Praticamente todas as partes do salsão podem ser utilizadas na culinária. Seus talos, de textura crocante, podem ser servidos crus em saladas ou canapés, ou então cozidos. As pontas mais firmes e as folhas podem ser usadas no preparo de sopas e caldos. Basta cortar a base, separar os talos, aparar as pontas, retirar as fibras duras e enxágüar.

Há três maneiras de cortar o salsão:

rodelas: lave os talos, segure-os firmemente, corte-os em rodelas e deixe-os escorrendo numa peneira.

lâminas: corte um talo por vez no sentido diagonal em formato de lâminas.

tiras: corte os talos em tiras finas no sentido do comprimento e recorte as tiras para ficarem finas. Em seguida, coloque-as numa tigela com água gelada durante 1 hora ou mais. Com esse procedimento, as tiras ficarão viçosas, ligeiramente enroladas e ótimas numa salada.
A receita de hoje foi feita com o salsão cortado em lâminas e ficou ótima, mas acredito que o corte é o que menos importa.

Aipo

Benefícios:

-Baixas calorias e rico em fibras
-Boa fonte de potássio
-Pode reduzir inflamações e proteger contra o câncer

- contém alto teor de nitratos vegetais.

As pessoas em regime alimentar geralmente comem bastante aipo, uma vez que ele contém baixas calorias até mesmo para os padrões geralmente verificados em vegetais. Dois talos contêm menos de 10 calorias. No entanto seu alto teor de fibras dá a sensação de saciedade. O aipo é uma boa fonte de potássio; contribui também com pequenas quantidades de vitamina C e uma boa quantidade de folato e vitamina A. Embora não contenha muitos nutrientes, o aipo acrescenta um sabor especial a um variado número de receitas - desde sopas e guisados a saladas e recheios de aves. As folhas de aipo não são geralmente aproveitadas, embora constituam a parte mais nutritiva da planta, pois contém mais cálcio, ferro, potássio e vitaminas A e C do que os talos. As folhas devem ser utilizadas em sopas e saladas por seu sabor.



RECEITAS COM AIPO


Receita de: Bacalhau com Aipo

Ingredientes
  • 1kg de bacalhau demolhado
  • 500 gr de aipo
  • 4 colheres de azeite ou manteiga
  • 50 gr de passas
  • 50 gr de pinoli
Modo de Preparo
Limpar o aipo e cortá-lo aos pedaços. Deixar levantar fervura em quantidade de água muito pequena. Picar a cebola miudinha e deixar a refogar no azeite até aloirar. Adicionar os tomates cortados em rodelas e deixar ferver em lume forte durante cerca de 10 minutos. Cortar o bacalhau em pedaços depois de tiradas as peles e as espinhas. Tirar os caroços das azeitonas. Deixar os pedaços de bacalhau no molho de tomate e juntar os demais ingredientes. Sacudir a panela de maneira que os ingredientes se misturem, sem que se desfaça o bacalhau. Deixar ficar na panela a lume brando e sem ferver durante cerca de 15 minutos, conforme o tamanho dos pedaçs do bacalhau. Servir com pão ou com batatas.

Receita de Aipo cremoso ao forno

Ingredientes
  • 4 xícaras (chá) de aipo (salsão) cortado em tiras finas.
  • 6 colheres (sopa) de manteiga ou margarina.
  • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo.
  • 1 colher (chá) de sal.
  • 1 xícara (chá) de leite.
  • 1 colher (sopa) de pimentão verde picado.
  • 1 xícara (chá) de queijo fundido cortado em cubinhos.
  • 1 xícara (chá) de migalhas de pão fresco.
Modo de preparo
  • Pré-aqueça o forno em temperatura média (170°C).
  • Frite o aipo por uns 5 minutos até que fique macio.
  • Retire da frigideira e reserve.
  • Junte a farinha e o sal.
  • Adicione o leite todo de uma vez e cozinhe mexendo até que toda a mistura engrosse.
  • Adicione o aipo e o pimentão.
  • Junte o queijo e mexa até que derreta.
  • Despeje tudo numa forma refratária.
  • Numa tigela, misture as migalhas de pão e a manteiga ou margarina (2 colheres sopa) derretida.
  • Polvilhe sobre o aipo.
  • Asse em forno pré-aquecido por uns 20 minutos.
Rendimento: 8 porções.

Receita de Sulfê de aipo

Ingredientes
  • 3 xícaras (chá) de aipo
  • 150g de manteiga
  • 4 cebolas
  • 1 alho poró
  • Salsa e cebolinha picadas
  • 2 xícaras (chá) de água
  • 3/4 de 1 pão de forma (sem casca)
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 2 gemas
  • 2 claras em neve
  • Sal e pimenta-do-reino à gosto
  • Noz-moscada à gosto
Modo de preparo
  • Frite o aipo cortando bem miudinho na manteiga.
  • Junte as cebolas junto com o alho poró, a salsa e cebolinha bem picadinhas e a água.
  • Deixe cozinhar bem.
  • Corte o pão de forma em pedacinhos.
  • Frite de 2 a 3 vezes em manteiga, suficiente para dar gosto e corar.
  • Coloque sobre o pão de forma frito, as verduras cozidas com seu caldo, o leite onde foram as gemas.
  • Deixe amolecer o pão por 2 horas.
  • Coloque então as claras em neve firme.
  • Tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada.
  • Coloque em uma forma de chaminé untada com manteiga.
  • Leve para assar até secar bem e corar.
  • Virar ainda morno e servir.

PLANTAS QUE CURAM: AIPO




Apium graveolens L. - AIPO
Nome científico: Apium graveolens L.
Família: Apiaceae.
Sinônimos botânicos: Apium integrilobum Hayata, Apium vulgare Bubani, Carum graveolens (L.) Koso-Pol., Celeri graveolens (L.) Britton, Selinum graveolens (L.) Krause, Seseli graveolens Scop., Sium apium Roth, Sium graveolens (L.) Vest.
Outros nomes populares: sansão, salsão-selvagem, aipo-do-rio-grande, aipo-d’água, aipo-doce, aipo-bravo, aipo-hortense, aipo-dos-pântanos, aipo-rebano, aipo-silvestre, celeri, ápio, aipo-cultivado; echter sellerie (alemão), apio (espanhol), céleri (francês), celery (inglês), sedano (italiano).
Constituintes químicos: ácidos (glicérico, glicólico, málico, tartárico, cumárico, caféico, ferrúlico, químico, xiquímico), açúcares, apéina e outros flavonóides, cálcio, carboidratos, cumarinas (sesilina, isopimpenelina, apigravina); ferro, fósforo, manitol, niacina, óleo essencial (apiósido, limoneno, sileneno, eudesmol, sedanólido, anidrido sedanônico), pentasonas, sódio, vitaminas A, B1 (tiamina), B2 (kiboflavina ), C (ácido ascórbico).
Propriedades medicinais: alcalinizante, antioxidante, antipalúdica, antipirético, aperiente, carminativa, depurativo do sangue, digestivo, diurético, emenagoga, estimulante, estomáquica, expectorante, febrífuga, levemente laxante, refrescante, tônica, tônico para o sistema nervoso.
Indicações: ácido úrico, acidose, afecção febril, afonia, alivia a fadiga, anemia ferropriva e perniciosa, artrite, bronquite asmática, cálculo biliar, catarro pulmonar, chaga cancerosa, colite crônica, contusão, diminuir perda de potássio, disenteria, dismenorréia, distúrbio digestivo, diurese, escorbuto, escrofulose, estômago, fadiga, favorece a menstruação, ferimento, fígado, fortalecimento dos nervos, gás intestinal, gota, hepatite, icterícia, inapetência, intumescimento leitoso dos seios, laringite, malária, oftalmia, pneumonia, prevenção de escorbuto, proteção contra a xeroftalmia, reumatismo, rins (cólica, nefrite, cálculo), rouquidão, sarna, úlcera.
Parte utilizada: raízes, folhas, talos, sementes.
Contra-indicações/cuidados: sob forma de saladas é contra indicado para diabéticos; não deve ser utilizada por pessoas com inflamação nos rins.
Modo de usar:
- saladas cruas, sopas, caldos, sucos, condimentos, maioneses;
- suco. 1 xícara ao dia, dividido em 3 ou 4 vezes: carminativo, diurético, febrífugo, tônico; anúria, dismenorréia, debilidades em geral, espectorante;
- suco com maçã: eliminar excesso de dióxido de carbono e vontade de comer doces;
- decocção de 30 g de folhas frescas em 1 litro de água. Adoçar com 1 colher de mel, tomar diariamente pela manhã em jejum (bronquite asmática);
- decocção de 40 g de raízes e ramos de aipo em litro de água por 10 minutos. Filtrar e beber três xícaras ao dia: gota, nefrite, reumatismo, cálculos na bexiga;
- decocção em fogo brando, 20 g de raízes de aipo, 30 g de parietária e 30 g de raízes de salsa em um litro de água, por 10 minutos. Deixar esfriar e filtrar. Beber três xícaras ao dia: fígado, cálculos nos rins;
- decocção de 100 g de aipo em litro de água fria e ferver lentamente, por 20 minutos. Lavar os pés ou nas mãos, uma vez por dia, com o líquido ainda quente: frieiras;
- infusão de 1 colher de sopa de folhas verdes ou rizomas em 1 litro de água. Tomar 3 xícaras das de chá quente, diariamente;
- infusão de 15 g de sementes em litro de água fervente. Deixar esfriar e filtrar. Beber 3 xícaras ao dia: meteorismo intestinal e flatulência estomacal;
- xarope: corte em pedaços pequenos cinco gramas de raízes de aipo, cinco gramas de raízes de funcho, cinco gramas de raízes de aspargo, cinco gramas de raízes de salsa e cinco gramas de raízes de gilbarbeira. Colocar todas as raízes em um recípiente, com um litro de água fria. Deixar em maceração por 12 horas, filtrar, separando as raízes do líquido. Guarde o líquido. Colocar as raízes novamente no recipiente com 2 litros de água fria e deixe por mais 12 horas. Filtrar e misturá-lo ao primeiro, adicionando 2 quilos de açúcar. Colocar o xarope em fogo moderado, mexer constantemente, até o açúcar dissolver-se. Consumir 60 ml de xarope ao dia, em goles: depurativo;
Uso Externo:
- cataplasma em contusões e ferimentos: aplicar duas vezes ao dia na região afetada;
- raízes secas e moídas, polvilhadas sobre úlceras de difícil cicatrização duas vezes ao dia;

Alho Poró Caracteristicas e Historia


  • Alho Poró Caracteristicas e Historia

  • Nome Científico: Allium porrum
  • Sinonímia: Allium ampeloprasum var. porrum, Porrum sativum, Porrum commune
  • Nome Popular: Alho-porró, alho-poró, alho-porro, alho-francês, alho-macho, alho-porrô, poró, porro, porró, porrô, porro-bravo, porro-hortense
  • Família: Alliaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Europa
  • Ciclo de Vida: Bienal

O alho-porró é uma planta conhecida desde a antiguidade pelos egípcios, gregos e romanos, inclusive com diversas citações bíblicas. Ele é também uma das plantas símbolo do País de Gales. Atualmente encontra-se difundido pelo mundo inteiro, com crescente popularização e consumo. É uma planta herbácea, do mesmo gênero que o alho e a cebola. Produz as folhas e o talo no primeiro ano após o plantio e reproduz-se no segundo ano, florescendo e frutificando.

Suas folhas são longas, largas, suculentas e verdes, com bainhas compridas que se sobrepõem recobrindo o falso caule, formando o "talo" tenro, branco e comestível, dilatado na base. Suas raízes são fasciculadas e pouco profundas. As inflorescências grandes e de aspecto esférico, são do tipo umbela e contém numerosas flores brancas, róseas ou roxas. Após a polinização, formam-se os frutos do tipo cápsula trigona e as sementes pequenas, pretas e achatadas, com superfície enrugada, semelhantes às da cebola.

O alho-porró é uma deliciosa hortaliça que pode ser utilizada crua ou cozida fria como salada e em pratos quentes. Seu sabor é mais delicado, doce e suave que o da cebola, e é muito utilizado na culinária francesa e japonesa, geralmente em recheios de quiches e tortas, ou em refogados rápidos de legumes. A parte branca é a mais consumida e com maior variedade de preparações, mas as folhas verdes são também utilizadas para temperar molhos e sopas. A indústria de alimentos aproveita o alho-porró desidratado para a produção de sopas e temperos.

Apesar de bienal, o alho-porró é cultivado comercialmente como anual. Deve ser plantado sob sol pleno em solo fértil, calado, leve e enriquecido com matéria orgânica, irrigado regularmente. Pode ser semeado diretamente nos canteiros definitivos ou em sementeiras para posterior transplante. Na ocasião do plantio os canteiros devem ser bem preparados, elevados e fofos.

O transplante deve ser efetuado preferencialmente em dias nublados, quando as plantas atingirem de 10 a 15 cm de altura. Durante o seu crescimento (cerca de 1 mês antes da colheita) devemos "amontoar" a terra em torno da planta para que fique com os talos bem brancos. Com cerca de 120 dias no verão e 140 dias no inverno as plantas já estarão prontas para a colheita. Aprecia o clima ameno, mas atualmente o mercado oferece variedades bem adaptadas ao calor. Multiplica-se por sementes.

alho-poro3
Medicinal
  • Indicações: Problemas digestivos, infecções, pressão alta, arteriosclerose, cálculos renais, fraqueza, infecções respiratórias, verminose.
  • Propriedades: Antibiótica, digestiva, diurética, emoliente, estimulante, expectorante, laxante, vermífuga.
  • Partes usadas: Folhas, talos e sementes.

CULTURA DO ALHO PORÓ




Considerações Gerais


O alho-poró - Ailium porrum, L., de origem européia, segundo o professor Paul G. Smith, da Universidade da Califórnia, Davis, E.U.A., que era tido como pertencente à família das Liliáceas, passou, recentemente, a ser classificado como pertencente à família das Amarilidáceas.
A planta é herbácea, tenra e bíenal, produz talo e folhas no primeiro ano; haste floral, flores e sementes no segundo ano. As folhas que são compridas e relativamente largas, possuem bainhas longas, que sobrepõem umas às outras para forrar um falso caule, cilíndrico, também chamado talo.Este, de dez a vinte centímetros de comprimento e três a seis centímetros de diâmetro, tem a base dilatada em forma de bulbo. O sistema radicular é constituído por raízes fasciculadas, semelhantes do alho comum. As flores são brancas, róseas ou lilases, numerosas, encontram-se dispostas em uma inflorescência do tipo umbela, quase esférica. Os frutos são do tipo cápsula trigona e as sementes, pretas, achatadas, com superfície enrugada, semelhantes às da cebola, porém menores, perdem o poder germinativo rapidamente.
O alho-porro é bastante cultivado na Europa, especialmente na França e na Inglaterra.
No Brasil, principalmente nos estados sulinos, sua cultura tende a ser feita em escala crescente, devido às condições favoráveis de clima e solo.

Variedades


A escolha da variedade é de muita importância para o bom êxito da cultura.
Para as nossas condições de clima e solo, são consideradas boas as seguintes variedades: “Gigante-Musselburgh”, “Gigante-de-carentan” e Gigante americano”.

Plantio


Para o plantio de um hectare, são necessários, aproximadamente, 700 gramas de sementes com 80 % de poder germinativo, considerado o espaçamento de 15cm entre plantas e de 50cm entre linhas.
Um grama contém em média, 400 sementes. As sementes de alho-poró perdem a vitalidade rapidamente, porém, quando guardadas em latas hermáticamente fechadas e em local fresco, elas conservam o poder germinativo por mais tempo.
Após a semeação, cobre-se o solo com capim seco, e rega-se diariamente.
A germinação se dá seis a oito dias mais tarde, quando a cobertura com capim deve ser retirada de uma só vez, à tarde.
As sementes devem ser previamente desinfetadas com “Neantina” ou “Rhodiauran” seco, à razão de 0,5% em peso das sementes tratadas. Colocam-se as sementes e o desinfetante em saco de papel ou lata, agitando-se fortemente durante um minuto.
O canteiro de semeação deverá permanecer sempre limpo, evitando-se assim, a concorrência de ervas más.
As melhores mudas que irão para transplantação ao local definitivo devem estar com 10 a 15 cm de altura e com três a quatro folhas. Isso se dá 50 a 65 dias após .a semeação.
Os canteiros de semeação devem, na ausência de boa chuva, ser irrigados copiosamente na ocasião do arrancamento das mudas, o que facilitará a operação.
Os sulcos de plantação devem ter dez centímetros de profundidade.
Não é necessário que as mudas fiquem em posição vertical, como se verifica quando são plantadas a mão, porque dentro de poucos dias se erguem. O transplante deve ser feito após uma boa chuva ou irrigação.

Clima e Solo


O alho-poró pode ser considerado uma hortaliça de inverno, sendo necessário, para o seu bom desenvolvimento, que as temperaturas médias mensais estejam entre 13 e 24ºC.
É planta pouco tolerante à acidez do solo, preferindo terras com pH entre 6,0 e 6,8. Quando o solo é ácido, deve-se procurar corrigi-lo pela calagem. Para isto, é aconselhável a aplicação de calcário em pó, preferivelmente o dolomítico, pelo menos dois meses antes do plantio.
O solo para o cultivo dessa verdura deve ser fértil, profundo com boa capacidade de retenção de umidade, rico em húmus, solto, para a operação de amontoa, a fim de haver o necessário branqueamento do talo.

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Tratos Culturais

Para formular uma boa adubação, é necessário que a terra do local de plantio seja analisada.
Entretanto, para solos de média fertilidade, pode-se recomendar a aplicação de 3kg de estêrco de curral, por metro linear de sulcos, oito a dez dias antes do plantio.
O esterco de curral poderá ser substituído pela farinha de torta de mamona previamente fermentada, ou então aplicada com um mês de antecedência da plantação, a fim de ter tempo de se decompor, e em quantidade equivalente a 1/10(um décimo) do peso recomendado. Pode ainda, ser substituído pelo esterco de galinha fermentado, em dose correspondente a um quarto do peso recomendado, dependendo da sua pureza. Quando o estêrco de galinha não for fermentado, deverá ser aplicado pelo menos com um mês de antecedência da plantação.
Para evitar a erosão, o alinhamento para o plantio do local definitivo deve ser efetuado em nível, quando a irrigação for por aspersão ou com leve desnível de 0,25% na irrigação por infiltração.
As capinas, as escarificações e amontoa são necessárias, e esta última operação consiste em chegar terra às plantas, durante seu crescimento – 90/100 dias após o plantio, para proporcionar o necessário branqueamento e maciez do talo ou falso caule.
A rotação de cultura deve ser feita com milho, arroz, tomate, repôlho, etc. interessante incluir uma leguminosa adubo-verde, na rotação de cultura, como crotalária paulinea, crotalária júncea, lablab, feijão-de-porco, a qual será incorporada ao solo antes de florescer.

colheita


A colheita se dá cinco a seis meses a contar da semeação, quando, então, as hastes têm de 2,5 a 4 cm de diâmetro. Corte-as junto ao solo, lave-as, retire as folhas secas, amarradas em maços.
Pode ser considerada boa produção, cerca de trinta e cinco toneladas por alqueire.

PRAGAS E MOLESTIAS DO ALHO PORÓ


A ocorrência de moléstias, em nossas condições, é pequena.
A “meIa”, também conhecida pelo, nome de “Damping-off”, moléstia que comumente aparece no canteiro, é causada por um grupo de fungos do solo, e seu principal sintoma é o apodrecimento da região do colo das plantinhas, bem como das raízes. Em conseqüência, há o tombamento das mudas.
Essa moléstia é mais comum em locais úmidos e sombreados, bem como em canteiros com aglomeração de mudas. Não há tratamento específico para o seu controle; evita-se, porém, em parte, a sua manifestação, adotando-se medidas seguintes:
Construção dos canteiros de semeadura, com dez centímetros de altura, em local seco e ensolarado; Semeação no espaçamento recomendado; Emprego de sementes previamente desinfetadas com “Rhodiauran” ou “Neantina”, secos, ou outro produto semelhante, na base de 500 gramas do desinfetante para 100 quilos de sementes; Pulverizações ou regas com uma solução protetora indicada no início da manifestação da moléstia.
Essas pulverizações ou regas devem ser repetidas semanalmerite, até que as mudas se recuperem. No caso das regas, são usados cinco litros da solução por metro quadrado de canteiro.
A praga mais importante é o trips, inseto minúsculo que vive nas partes invaginantes das folhas e se alimenta da seiva.
Em conseqüência da sua picada, a planta apresenta, nas folhas, manchas acinzentadas, cujo exame revela a destruição dos tecidos externos.
As maiores infestações dessa praga ocorrem em períodos secos e quentes.
Para seu controle, é aconselhável o emprego de pulverizações.

Plantas Que Curam: Alho Poró


Allium porrum L. - ALHO-PORÓ
Nome científico: Allium porrum L.   
Família: Liliaceae.

Sinônimos botânicos: Allium ampeloprasum L., Allium ampeloprasum var. porrum (L.) J. Gay.
Outros nomes populares: porró, alho francês; leek, garden leek (inglês); poireau (francês); ajo porro, puerro e pulantu (espanhol); dungali, kânda e pyaz (hindu); san-chiu e tsun g (chinês).
Constituintes químicos: ácido esteárico, ácido linoléico, ácido palmítico, açúcares, alicina, alisulfito, celulose, enxofre, mucilagem, pectina, proteínas, sais minerais (ferro), vitaminas C, B1, E.
Propriedades medicinais: desinfetante, detersiva, digestiva, diurética, emoliente, estimulante, expectorante, laxante, nutritiva, resolutiva.
Indicações: má digestão, mau funcionamento dos rins e intestinos, reduzir pressão alta, previnir arteriosclerose, auxiliar a dissolução de cálculos renais, pessoas enfraquecidas, previnir gripes e resfriados, ajudar expulsão de vermes; ajudar baixar a taxa de colesterol e descongestionar as vias respiratórias (em pequena escala).
Parte utilizada: folhas, sementes, talos.
Contra-indicações/cuidados: pessoas com úlceras gastroduodenais, gastrite e fraqueza estomacal; nutrizes pois impregna o leite e pode causar cólicas nos bebês.
As sememtes podem provocar hemólise.
Modo de usar: conservas, cozidos vegetais, suflês, sopas, sopas desidratadas, misturas condimentares em pó, prato principal com molhos especiais;
- infusão de 5 gramas em 1 copo de água fervente por 5 minutos.
- decocção de um bulbo em 250 ml de água fervente por 10 minutos: diurético (evita cálculos renais)

Receitas com Alho Poró


RECEITAS COM ALHO PORÓ

Truta poché com creme de alho-poró
truta com alho poró
truta com poró
Ingredientes:
4 trutas limpas (cerca de 1 kg)
1 cebola pequena cortada em tiras
1/2 xícara (chá) de vinho branco
1 colher (sopa) de azeite de oliva
sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
Modo de Preparo:
Ligue o forno à temperatura média. Lave as trutas, seque com toalha de papel e tempere-as com sal e pimenta-do-reino. Reserve. Disponha as trutas em uma assadeira, espalhe as tiras de cebola e despeje o vinho misturado com 1/2 xícara (chá) de água. Em seguida, regue com azeite de oliva. Leve o peixe ao forno por 25 minutos, ou até ficar macio. Retire do forno e, com uma faca para filetar, retire a pele e separe os filés. Salpique o sal e a pimenta-do-reino. Se preferir, decore com endro. Sirva com creme de alho-poró: limpe dois alhos-porós, retire as folhas mais duras e lave bem. Pique-o em rodelas finas e reserve. Coloque em uma panela 1 colher de sopa de margarina light, o alho-poró e 1 cebola cortada em tirinhas. leve ao fogo e refogue, mexendo de vez em quando, até os legumes ficarem macios. Polvilhe 2 colheres (sopa) de farinha de trigo e deixe dourar, sem parar de mexer. junte, aos poucos, 1 xícara (chá) de leite desnatado misturado com 1/2 xícara (chá) de água e cozinhe, sem parar de mexer, por mais 5 minutos, ou até obter um creme. Acerte o sal e retire do fogo. Distribua o creme no prato, polvilhe com pimenta rosa a gosto e sirva.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Frutos do mar
Esta receita:
é light
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Média
Tempo de preparo:
15 min + tempo de forno
Rendimento:
4 porções
Calorias:
370 cal por porção
Torta de alho-poró e bacon
Ingredientes:
massa
1 xícara de farinha de trigo
1/3 xícara de manteiga gelada
1 ovo
1 colher de sopa de água
pitada de sal
recheio
1 e 1/4 de xícara de creme de leite
3 ovos
2 alhos-poró
80g de bacon
2 colheres (sopa) de parmesão ralado
sal e pimenta-do-reino
noz-moscada
Modo de Preparo:
Prepare a massa colocando a farinha de trigo em um plano de trabalho e abrindo um buraco no meio. Bata levemente o ovo com a água e o sal. Reserve. Coloque a manteiga gelada cortada em cubos no centro da farinha. Misture com a ponta dos dedos para incorporar. Adicione a mistura do ovo e ligue a massa. Deixe descansar por 20 minutos. Pré-aqueça o forno em médio. Abra a massa com um rolo e forre fundo e laterais de uma assadeira com aro removível 22 cm de aproximadamente 2 cm de altura. Com um garfo faça alguns furos no fundo da massa e leve novamente à geladeira. Pique grosseiramente o bacon e leve a uma frigideira para dourar levemente. Corte os alho poro em fatias finas e adicione ao bacon para que refogue até ficar macio. Bata ligeiramente os ovos e acrescente o creme de leite e o parmesão. Tempere com sal, pimenta-do-reino e noz moscada. Retire a massa da geladeira e arrume sobre ela os alhos-poró refogados. Cubra com o creme de ovos e leve ao forno para assar. Asse por cerca de 30 minutos ou até o recheio firmar e a torta estar levemente dourada. Deixe esfriar um pouco antes de cortar.
Categoria:
Torta, pizzas e pães
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Média
Sopa cremosa de alho-poró com cottage
Ingredientes:
2 alhos-porós
1 cebola média ralada
2 dentes de alho amassados
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 xícara (chá) de queijo cottage
1 xícara (chá) de caldo de legumes sem gordura
1 xícara (chá) de leite desnatado
sal a gosto
Modo de Preparo:
Limpe o alho-poró, lave-o e pique os talos em rodelas finas. Leve ao fogo uma panela com a cebola, o alho, o alho-poró e o azeite de oliva. Refogue até o alho-poró ficar macio e retire do fogo. Reserve um pouco do alho-poró para decorar e transfira o restante do refogado para o liquidificador. Adicione o queijo cottage, o caldo de legumes e o leite e bata até obter um creme uniforme. Despeje o creme numa panela e leve ao fogo baixo, mexendo de vez em quando, até encorpar um pouco. Acerte o sal. Retire o creme do fogo, distribua em pratos fundos e disponha no centro o alho-poró reservado. Sirva em seguida.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Sopas
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
25 min
Rendimento:
4 porções
Salada de fava com alho-poró
Ingredientes:
1 kg de fava
2 alhos-porós cortados em rodelas
2 cenouras cortadas em palitos finos
8 rabanetes cortados em fatias
4 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
5 dentes de alho cortados em tiras finas
12 folhas de sálvia picadas
sal a gosto
Modo de Preparo:
Lave as favas e coloque-as em uma panela com 2 litros de água. Leve ao fogo e cozinhe por 45 minutos, ou até ficarem quase macias. Em seguida, junte o alho-poró e cozinhe por mais 10 minutos. Retire do fogo, escorra a água e reserve. Distribua em uma saladeira as favas, o alho-poró, a cenoura e o rabanete. Misture delicadamente e reserve. Leve ao fogo uma panela com o azeite de oliva, o alho e as folhas de sálvia e refogue, sem parar de mexer, até o alho dourar. Retire do fogo, coloque o sal e regue a salada. Sirva a seguir.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Saladas
Esta receita:
é vegetariana
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Frio
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
1h e 20 min
Rendimento:
6 porções
Risoto de bacalhau, tomate seco e alho-poró
Ingredientes:
1/2 kg de bacalhau
100 g de tomate seco
2 alhos-porós médios
2 dentes de alho
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
2 xícaras (chá) de arroz arbóreo
Modo de Preparo:
Lave o bacalhau, corte em pedaços médios e coloque numa tigela com 2 litros de água fria. Deixe de molho na geladeira por 36 horas, trocando a água no mínimo 5 vezes. Escorra a água do bacalhau, coloque-o numa panela com 2 litros de água e cozinhe até ficar macio. Retire do fogo, reserve a água do cozimento (desde que não esteja salgada), mantendo-a aquecida. Elimine a pele e as espinhas do bacalhau, desfie finamente e reserve. Pique os tomates secos em tiras finas e reserve. Lave o alho-poró, elimine as raízes e as folhas verdes. Lave e corte os talos em rodelas finas e reserve. Descasque e amasse os dentes de alho. Reserve. Coloque numa panela o azeite de oliva, o bacalhau desfiado, o tomate seco, o alho-poró e o alho. Leve ao fogo e refogue, mexendo de vez em quando, até o bacalhau ficar levemente dourado. Em seguida, adicione o arroz e refogue, mexendo de vez em quando, até os grãos ficarem brilhantes. Junte 1/2 xícara (chá) da água do bacalhau fervente e deixe cozinhar, mexendo sem parar, raspando o fundo e as laterais da panela, até não ter mais líquido. Continue a cozinhar e, a cada minuto, despeje 1/2 xícara (chá) da água de cozimento do bacalhau. Não pare de mexer, raspando o fundo e as laterais da panela até o arroz ficar al dente. Retire do fogo e mantenha a panela tampada por 3 minutos antes de servir.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Grãos e Massas
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
1 hora (exige preparo antecipado)
Rendimento:
4 porções
Omelete de alho-poró
Ingredientes:
1 alho-poró médio
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
5 ovos
1/2 xícara (chá) de salsinha picada
1 xícara (chá) de queijo cottage
sal a gosto
Modo de Preparo:
Lave, limpe e separe a parte mais macia do alho-poró. Lave novamente e corte-o em rodelas finas. Reserve. Aqueça 2 colheres (sopa) de azeite de oliva em uma frigideira média antiaderente, com 25 cm de diâmetro. Junte oalho-poró e refogue, mexendo de vez em quando, por 2 minutos, ou até murchar. Retire e reserve. Em uma tigela, bata os ovos com um batedor manual por 2 minutos. Misture a salsinha e o sal. Na mesma frigideira, coloque o azeite de oliva restante, leve ao fogo e, assim que aquecer, despeje os ovos batidos, reduza o fogo e tampe a frigideira. Deixe por 5 minutos, ou até dourar as bordas. Vire a omelete com cuidado e deixe fritar por mais 5 minutos, ou até dourar. Adicione oalho-poró e o queijo cottage, distribuindo sobre a metade da omelete. Dobre a outra metade por cima e deixe fritar por mais 2 minutos. Sirva em seguida.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Acompanhamentos
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
25 min
Rendimento:
2 porções
Macarrão com creme de alho-poró
Ingredientes:
500g de penne tricolor (ou outra massa seca curta)
1 alho-poró grande (somente a parte branca) em fatias
2 colheres (sopa) de manteiga
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de leite
1 lata de creme de leite
2 colheres (sopa) de queijo ralado
1 pitada de noz-moscada
sal a gosto
Modo de Preparo:
Em uma panela, coloque o macarrão para cozinhar em bastante água fervente com sal. Enquanto isso, em outra panela, refogue o alho-poró na manteiga até murchar. À parte, dissolva a farinha de trigo em um pouco de leite e junte o refogado. Misture bem e deixe encorpar um pouco. Desligue o fogo e junte o creme de leite, o queijo ralado e a noz-moscada. Acerte sal e misture bem. Escorra o macarrão quando estiver al dente, transfira para uma travessa e tempere com o creme de alho-poró. Sirva a seguir. Se preferir, polvilhe mais queijo ralado.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Grãos e Massas
Esta receita:
é vegetariana
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Flan de alho-poró
Ingredientes:
1 envelope de gelatina incolor sem sabor
2 colheres (chá) de caldo de caldo de galinha
6 colheres (sopa) de vinho branco
1 xícara (chá) de molho de tomate
2 talos de alho-poró
1 colher (chá) de estragão desidratado
sal a gosto
Modo de Preparo:
Hidrate a gelatina conforme as instruções da embalagem e coloque-a no liquidificador. Junte o caldo de galinha, dissolvido em 2 xícaras (chá) de água quente, o vinho, o molho de tomate, o alho-poró, o estragão e o sal. Bata até obter um creme homogêneo. Molhe com água uma fôrma redonda e alta, com capacidade de 1,5 litro e despeje o creme. Leve para gelar por 5 horas, ou até ficar firme. Em seguida, desen–forme. Se preferir, regue com molho de tomate aquecido e salpique com estragão no momento de servir.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Acompanhamentos
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Frio
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
15 min + o tempo de geladeira
Rendimento:
8 porções
Creme de erva-doce e alho-poró
Ingredientes:
2 alhos-porós em rodelas
1 dente de alho picado
azeite de oliva
500 g de erva-doce
2 batatas picadas
4 colheres (sopa) de vinho branco
1 litro de caldo de legumes
100 ml de creme de leite fresco
1 envelopinho de açafrão
sal a gosto
Modo de Preparo:
Em uma panela, refogue o alho-poró e o alho em um pouco de azeite, em fogo baixo. Junte a erva-doce e as batatas e deixe tomar gosto por alguns instantes. Regue com o vinho branco e deixe evaporar em fogo alto. Em seguida, adicione o caldo de legumes e cozinhe por cerca de 30 minutos. Acerte o sal, se necessário. Transfira o refogado para o liquidificador e bata até ficar homogêneo. Mantenha quente. À parte, bata com um batedor manual o creme de leite com o açafrão. Divida o creme de erva-doce nos pratos e complete com uma colherada do creme de leite batido. O creme de leite batido é ótimo para acompanhar cremes de legumes, além de enriquecer o visual do prato.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Sopas
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
50 min
Rendimento:
4 porções
Cartucho de badejo com alho-poró
Ingredientes:
4 filé de badejo
2 alhos-porós médios
2 tomates médios maduros
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de orégano desidratado
sal a gosto
Modo de Preparo:
Lave os filés de badejo e seque-os com papel toalha. Reserve. Limpe os alho-porós e corte-os em rodelas. Se preferir, retire a pele. Corte 4 quadrados de papel-manteiga (de cerca de 30 cm) e pincele a parte central com 2 colheres (sopa) de azeite. Distribua o alho-poró e os tomates e, em cada um deles, coloque 1 filé de badejo. Misture o orégano e o sal com o azeite restante e regue o peixe. Feche o papel, formando um pacote, e faça um picote no meio da parte superior do pacote para a saída de ar. Coloque-os em uma assadeira e leve para assar em forno médio, preaquecido, por 45 minutos, ou até que o peixe esteja macio. Sirva com arroz com nozes ou purê de inhame com uvas passas.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Frutos do mar
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
20 min + o tempo de forno
Rendimento:
4 porções

Barquinhas com alho-poró, presunto e queijo
Ingredientes:
massa
1 xícara (chá) + 10 e 1/2 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de manteiga
1 colher (chá) de sal
1 ovo
recheio
200 g de alho-poró em rodelas finas
100 g de presunto defumado em cubos pequenos
3 e 1/2 colheres (sopa) de manteiga
2 ovos
10 colheres (sopa) de creme de leite
50 g de queijo gruyére ralado
5-6 nozes
sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de Preparo:
Massa: coloque no processador a farinha, a manteiga amolecida e o sal. Adicione o aparelho por poucos segundos. Junte o ovo e, mexendo sempre, despeje, em gotas, água fria (cerca de 1 ou 2 colheres de sopa), até que a massa comece a ter consistência. Faça uma bola, envolva em um filme plástico e deixe descansar na geladeira por cerca de 1 hora. Prepare o recheio, refogando o alho-poró e o presunto em uma panela com 2 e 1/2 colheres (sopa) de manteiga. Retire do fogo e deixe amornar. Bata em uma tigela o ovo com o creme de leite, o queijo ralado, sal e pimenta-do-reino. Junte o refogado de alho-poró e as nozes picadas grosseiramente. Misture bem e reserve. Abra a massa bem fina com um rolo de macarrão enfarinhado. Unte com manteiga forminhas em forma de barquinhas (se preferir, use uma fôrma de 30cm de diâmetro) e forre-as com a massa. Distribua o recheio preparado e asse por cerca de 20 minutos em forno médio. Se preferir, compre as barquinhas prontas.
Fonte: Revista Água na Boca
Categoria:
Lanches
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Frio
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
55 min + 1 hora de descanso
Rendimento:
15 unidades

Alho-poró com queijo brie
Alho-poró com Queijo Brie
Ingredientes:
4 alhos-poró grandes
5 colheres de sopa de azeite de oliva
1 xícara de chá de creme de leite fresco
4 colheres de sopa de vinho branco
1 xícara de chá de queijo brie picado
1 gema
2 colheres de sopa de alcaparras
Modo de Preparo:
Limpe o alho-poró, deixando somente os talos mais macios e lave. Parta-os ao meio no sentido do comprimento e coloque em uma panela com 1 litro de água fervente e um pouco de sal. Deixe cozinhar até ficar macio. Retire do fogo, escorra a água e reserve o alho-poró. Bata no liquidificador o azeite de oliva, o creme de leite, o vinho, o queijo e a gema até obter um creme bem liso. Transfira a mistura para uma panela e leve ao fogo. Cozinhe, sem parar de mexer, até encorpar. Acrescente as alcaparras e o sal, misture e retire do fogo. Coloque o alho-poró em uma travessa, regue com o creme preparado e distribua a pimenta.
Fonte: Revista Água na Boca

Categoria:
Acompanhamentos
Cozinha:
Brasileira
Temperatura:
Quente
Dificuldade:
Fácil
Tempo de preparo:
15min
Rendimento:
8 porções

Torta de Abóbora


Ingredientes para Torta de Abóbora
* 480 ml de leite, escaldado
* 450 gramas de abóboras, cozinhadas e fatiadas
* 240 ml de xarope de bordo
* 30 gramas de açúcar
* 1 colher de sopa de farinha de trigo
* 1/2 colher de chá de sal
* 1 colher de chá de gengibre
* 1 colher de chá de canela
* 2 ovos grandes, batidos
* 1 massa de torta não cozida

Modo de preparo da Torta de Abóbora
1. Pré-aquecer o forno a 180 °C.
2. Combinar todos os ingredientes menos a massa de torta.
3. Derramar na massa de torta não cozida
4. Cozer no forno a 180 °C por 45 minutos.
5. Deixar esfriar e servir.

Quibe de abóbora


Ingredientes:
1 kg de abóbora

3 xícaras (chá) de trigo para quibe
5 folhas de hortelã
1 colher (sopa) de azeite
1 cebola grande
sal e pimenta-do-reino a gosto 
Modo de preparo:
1. Numa tigela, coloque o trigo e cubra com água. Deixe por no mínimo 4 horas. Em seguida, transfira para um escorredor ou uma peneira e deixe escorrer.
2. Num pano de prato limpo, embrulhe uma pequena porção do trigo e aperte bem para retirar o excesso de água. Repita esta operação com todo o trigo. Reserve.
3. Lave as folhas de hortelã sob água corrente. Numa tábua, pique as folhas. Descasque a abóbora e corte-a em pedaços. Descasque a cebola e corte em cubinhos.
4. Leve uma panela com 5 litros de água ao fogo alto. Quando ferver, acrescente a abóbora e deixe cozinhar por 20 minutos ou até fique bem macia. Retire do fogo e transfira para uma tigela. Reserve.
5. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média). Unte uma assadeira com manteiga.
6. Leve uma frigideira ao fogo baixo. Quando esquentar, adicione o azeite e a cebola e deixe refogar por 2 minutos ou até que a cebola fique transparente.
7. Numa tigela grande, misture o trigo, a abóbora, a hortelã e a cebola refogada e amasse com as mãos até que a mistura fique uniforme.
8. Na assadeira untada, coloque o quibe e espalhe com as mãos para que se distribua por toda a assadeira. Leve ao forno preaquecido para assar por 1 hora e 30 minutos ou até que o quibe comece a dourar. Retire do forno, corte em pedaços e sirva a seguir.

Sirva com:
Esse prato fica delicioso com o
Molho de pimenta de mel.
 fonte: Panelinha.com.br