segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Cultura da Alcaravia - Cominho-Romano (Carum carvi)


A alcaravia (Carum carvi), também conhecida como cominho-romano, cominho-de-pão ou cominho-armênio, é uma erva cujas sementes são muito semelhantes as sementes do cominho (na verdade as "sementes" são um mericarpo, um fruto seco que contém uma semente cada um), mas de sabor levemente diferente (as plantas, entretanto, não são semelhantes na aparência a ponto de serem confundidas). Como o cominho, as sementes da alcaravia são usadas no preparo de vários tipos de alimentos e são usadas para fins medicinais. Esta erva, cujas folhas são parecidas com as folhas da cenoura, atinge normalmente de 30 a 60 cm de altura, mas pode chegar a 1,5 m de altura. As folhas são aromáticas e podem ser consumidas cruas ou cozidas. As raízes também podem ser consumidas cozidas.



A alcaravia geralmente atinge de 30 a 60 cm de altura 

Clima

A faixa de temperatura ideal para o cultivo da alcaravia é semelhante à da cenoura, indo de 4°C a 22°C. Ventos fortes e chuvas pesadas podem causar danos para as plantas e podem arruinar a colheita se ocorrerem durante a maturação dos frutos.

Luminosidade

Esta planta necessita de luz solar direta pelo menos por algumas horas diariamente.



Flores da alcaravia em uma umbela. As flores podem ser brancas ou rosadas

Solo

Cultive em solo bem drenado, profundo, fértil e rico em matéria orgânica. Embora possa tolerar uma ampla faixa de pH do solo, a faixa ideal é de 6 a 7.

Irrigação

Irrigue de forma a manter o solo úmido, sem que fique encharcado. Esta erva é sensível a falta de água.

Plantio

As sementes de alcaravia devem ser semeadas no local definitivo, pois as mudas geralmente não suportam bem o transplante. As sementes podem ficar a aproximadamente 5 mm de profundidade. A germinação em condições normais leva de 1 a 3 semanas, podendo ser apressada se as sementes ficarem em baixa temperatura na geladeira ou frigorífico por alguns dias.
O plantio é feito geralmente na primavera em regiões de clima temperado e no outono em regiões mais quentes, de inverno ameno.
O espaçamento recomendado para o cultivo é de 30 a 50 cm entre as linhas de plantio e de 20 a 45 cm entre as plantas.

Tratos culturais

Retire as plantas invasoras que estejam concorrendo por nutrientes e recursos.



Praticamente a planta inteira da alcaravia pode ser aproveitada

Colheita

Há cultivares bienais e cultivares anuais. Nos cultivares bienais a floração só ocorre no segundo ano, geralmente no fim do verão. A colheita é feita quando os frutos estão mudando de coloração, tornando-se amarronzados. Corte as umbelas com os frutos e deixe-as invertidas, com um recipiente ou um pano embaixo para receber os frutos (as "sementes") que se desprenderem, até que terminem de secar completamente. Alternativamente, os frutos podem ser colocados em secadores apropriados.
PLANTAS QUE CURAM
​Alcarávia é uma planta medicinal, também conhecida como cominho ou cariz, muito utilizada no tratamento de resfriados e problemas digestivos e intestinais.
O seu nome científico é Carum carvi e pode ser comprada em lojas de produtos naturais, feiras livres e em algumas farmácias de manipulação.

Para que serve a alcarávia

A alcarávia serve para ajudar no tratamento de problemas digestivos, cólicas, dispepsia, febre, gases, problemas respiratórios e vermes.

Propriedades da alcarávia

As propriedades da alcarávia incluem sua ação antiácida, antiflatulenta, digestiva, diurética, estimulante, laxante e purgativa.

Modo de uso da alcarávia

As partes utilizadas da alcarávia são suas folhas, frutos e raízes.
  • Infusão de alcarávia: colocar 1 colher de chá de folhas esmagadas em uma xícara de água fervente por 15 minutos. Beber de 2 a 3 xícaras por dia.

Efeitos colaterais da alcarávia

A alcarávia, quando consumida em excesso, pode ser tóxica.

Contraindicações da alcarávia

A alcarávia está contraindicada para crianças pequenas e grávidas.

Cominho é um tempero que proporciona um aroma forte, única e relaxante. Ele é usado para fornecer sabor a várias comidas. Esta especiaria é amplamente utilizado em caril, guisados ​​e sopas. O Cominho tem poucas calorias, pois fornece apenas cerca de 20 calorias a cada 100g. O Cominho é uma excelente fonte de Ferro, fibra alimentar, proteína e minerais.

Os Benefícios do Cominho

Cominho.
Cominho Auxilia na Digestão: Cominho Mostrou-se ser muito benéfico para a digestão. As Sementes de cominhos ajudar na secreção de enzimas pancreáticas, que Auxilia na Digestão e ajuda na absorção dos nutrientes. Além de Auxilia na secreção de ácidos biliares. O Cominho contém um composto chamado cuminaldehyde que ativa a glândula salivar e facilita a digestão dos alimentos.

Benefícios do Cominho Para a Memória: Estudos Realizados mostrou-se que o Cominho aumentar a memória de uma pessoa. Pois, ele ajuda a manter a acetilcolina no cérebro, que ajuda a reter a memória. Cominho também contém antioxidantes que são úteis para aumentar a memória. Além disso, Ele também ajuda Para uma rápida recuperação de amnésia.
Benefícios do Cominho Para Pele: Cominho é excelente fonte de vitamina E, Ela ajuda a manter a pele saudável e jovem. Cominho também tem propriedades anti-microbianas, que ajuda a pele a partir de infecções fúngicas e virais. Além disso, A pasta deCominho podem ser aplicado em furúnculos, espinhas, eczema, psoríase e várias outras doenças relacionadas com a pele para uma cura mais rápida. Cominho é uma fonte de fibra dietética, que auxilia no processo de limpeza e remove as toxinas. OCominho também ajuda a eliminar toxinas do corpo de forma natural, com isso terá uma redução das rugas e tornando-a a pele suave e macia.
Cominho Reduz o estresse e insônia: O Cominho ajuda na indução do sono. Ele é uma boa fonte de vitamina B, que ajuda na melhoria do sono. Verifique que os óleos essenciais do Cominho podem desencadear o sono devido aos seus efeitos hipnóticos. uma boa forma e comer uma Banana e Cominho antes de dormir para induzir o sono.

Benefícios do Cominho contra infecções: Cominho tem propriedades anti-sépticas e anti-microbianas. Ele mantém várias infecções virais na baía. Eles ajudam a impulsionar a imunidade do corpo. Além disso, o Cominho mostrou-se ser muito benéfica para os órgãos respiratórios. Devido à sua natureza quente que ajuda a suprimir a formação de muco. A Constipação podem ser prevenida por o consumo de cominho, já que contém Vitamina C e ferro, portanto, melhorá a imunidade e as infecções ficaram longe. Ele também fornece com grande alívio quando as sementes de Cominho são tomadas junto com a água quente, as folhas de Manjericão e mel. Dor de garganta, gripe e outras infecções virais também são proibidos por ele.
Cominho Previne a Anemia: Cominho por ser uma excelente fonte em ferro, ele ajuda na formação de hemoglobina e de eritrócitos aumentado no sangue. Hemoglobina ajuda na transferência de oxigénio a diferentes partes do corpo do organismo. O alto consumo de oxigênio ajuda a fazer uma pessoa a elimina fadiga e tonturas.
Cominho
Benefícios do Cominho Contra o Câncer: Cominho é rico em antioxidantes e em vários óleos essenciais. Eles ajudam na secreção de enzimas anti-cancerígenos de glândulas. portanto ajuda a prevenir o crescimento de células cancerosas. Ele é conhecido por proporcionar um forte atividade captadora de radical. Eugenol e limoneno no Cominho tem fortes propriedades anti-tumorais. Eles são úteis na prevenção de Câncer de cólon, mama, fígado e de estômago.

Outros Benefícios do Cominho

  • Alta quantidade de ferro e cálcio faz com que o Cominho seja realmente útil para mulheres que amamentam, pois ajuda na secreção de leite.
  • Cominho é um anti-congestiva da natureza e é útil contra vários problemas respiratórios como a Asma e bronquite.
  • Cominho possuir alto teor de fibra dietética.Portanto ele ajuda contra problema de constipação.

Cultivo do Alho



Características de Cultivo:

Para o cultivo do alho, devem-se separar os dentes do bulbo, enterrando-os a uma profundidade de cerca de 6 cm, com a extremidade em bico voltada para cima. São semeados às fileiras (distantes entre si em cerca de 30 a 50 cm), deixando-se aproximadamente 15 cm entre uma planta e outra. 

Quanto ao tipo de solo, a planta de alho prefere solos leves, finos, ricos em matéria orgânica e bem drenados. Não suporta terrenos úmidos. Solos pesados e mau drenados não permitem o bom desenvolvimento das raízes, prejudicando a nutrição da planta.

No que respeita às condições climáticas, o alho é uma cultura de clima frio, suportando bem baixas temperaturas, sendo, inclusive, resistente a geadas. A planta exige pouco frio no início da cultura, muito no meio do ciclo e dias longos no final. Portanto, temperatura e fotoperíodo são fatores de clima extremamente importantes à cultura do alho, influindo na fase vegetativa, no bom desenvolvimento e na produtividade. O comprimento do dia, ou fotoperíodo, determina em que região e em que época cada variedade deve ser plantada. No alho, tais fatores têm papel visivelmente mais destacado.
Enfim, quanto à colheita, de modo geral, colhe-se a planta quando ela apresenta, no final do ciclo, três a quatro folhas verdes e as demais secas. É fundamental conhecer o ciclo da planta, pois doença, ataque de pragas, nutrição deficiente e outros problemas podem levar ao mesmo aspecto visual. Após a colheita, os bulbos devem secar ao sol, por três a quatro dias, preferivelmente em gavetas de madeira, evitando que sejam banhados por chuva. O armazenamento pode ser feito em câmaras frias a 0° C, com umidade de 70 a 75%. O alho é uma das poucas hortaliças que deve ser armazenada sob umidade relativa do ar baixa.
Embora o alho possa ser cultivado com sucesso em quase todo o Brasil (exceto na maior parte da Amazônia), nosso país não é auto-suficiente na cultura, realizando importações anuais, principalmente da Argentina, para abastecer o mercado interno.


ÉPOCA DE PLANTIO

Sul=maio/junho
Sudeste=mar./abr.
Nordeste=maio
Centro-oeste=mar./abr
Norte=não recomendável

imigrante Takashi Chonan desenvolveu e batizou no planalto catarinense a principal variedade de alho nacional, branco por fora e arroxeado por dentro
Dizem que o alho chegou ao Brasil junto com as caravelas de Cabral. A resistente hortaliça seria parte do magro cardápio consumido pelas tripulações. Mas, uma vez no país, levou cinco séculos para sair do fundo dos quintais, onde era cultivado em pequenas quantidades como tempero e ingrediente de remédios caseiros, para enfim virar uma cultura capaz de gerar riqueza no campo. Para isso foi preciso aparecer por aqui um japonês baixinho, de sorriso fácil e olhos vivazes por detrás das lentes bifocais. Takashi Chonan desembarcou no porto de Santos em 1958, aos 21 anos. Trazia só um diploma de técnico agrícola e esperança. Fazia parte das levas que deixavam o Japão nos anos seguintes ao final da Segunda Guerra Mundial.
Pioneirismo: Chonan começou o melhoramento genético do alho brasileiro nos anos 70, em Curitibanos, SC
'Vim para o Brasil porque era o único país que aceitava imigrantes solteiros', lembra Chonan, num português ainda carregado de sotaque. Aqui, ele dedicou boa parte dos últimos 45 anos a desenvolver e melhorar a principal variedade de alho nacional, que hoje leva o seu nome. O alho Chonan é o precursor das variedades de alhos nobres brasileiras e ocupa pelo menos metade da área cultivada no país, que chega a 12 mil hectares. 'Mas eu não ganho nem um centavo com o nome, não', explica.
Numa propriedade de 60 hectares em Curitibanos, SC, Chonan começou o melhoramento genético do alho brasileiro. A partir de 77, a então Empasc - Empresa de Pesquisa Agropecuária de Santa Catarina, transformou suas terras em campo experimental. Durante mais de uma década ele recebeu visitas quase diárias de técnicos e agrônomos que pesquisavam o desenvolvimento da cultura.
O cultivo da hortaliça é quase artesanal: o plantio é feito dente por dente, e a colheita, bulbo por bulbo
Um deles era Gilmar Dallamaria, atual presidente da Anapa - Associação Nacional dos Produtores de Alho. 'O alho Chonan foi o precursor dos cultivares brasileiros. Todas que se desenvolveram depois dele têm as mesmas características, de alho roxo', diz Dallamaria.O começo da aventura brasileira decepcionou o imigrante. A propaganda do governo japonês mostrava um país repleto de oportunidades, com vastas fazendas de café, mas Chonan acabou empregado numa granja em São Bernardo do Campo, SP. 'Se fosse para criar galinhas eu ficava no Japão', reclama. Mas foi nos finais de semana em que ia para a feira em São Paulo vender ovos que Chonan abriu os olhos: percebeu que praticamente toda a maçã e o alho eram importados. 'Aí tem negócio de futuro', pensou. Ainda na feira, viu que os brasileiros preferiam o alho do tipo europeu, graúdo, branco por fora e roxo por dentro. Típico de regiões com o inverno frio, assim como a maçã. O alho que se cultivava aqui e ali no Brasil, no entanto, era o branco, miudinho, de pouco valor comercial.


domingo, 30 de agosto de 2015

Cultura da Alcaparra (Capparis spinosa)


A alcaparreira ou alcaparra (Capparis spinosa) é um arbusto lenhoso que pode atingir até um metro de altura, e que é nativo da região mediterrânea, oriente médio e norte da costa ocidental da África. Alcaparra é também o nome dado ao seus botões florais imaturos, que são preservados em salmoura ou em uma solução de vinagre e sal, sendo assim usados como condimento em molhos, outras conservas e diversos tipos de pratos culinários. Os frutos semimaduros e as folhas mais jovens também podem ser consumidos e são preparados e usados de forma similar aos botões florais. As folhas podem ser cozidas antes de serem preparadas. A alcaparra também é usada para fins medicinais.
Outras espécies no gênero Capparis e híbridos entre estas espécies são também cultivados e utilizados como a alcaparra.



A alcaparreira varia bastante em porte e hábito com a variedade e o local onde cresce

Clima

A alcaparra prefere um clima quente e seco, tolerando bem altas temperaturas (até mesmo temperaturas em torno de 40°C), embora também possa algumas vezes suportar baixas temperaturas no inverno (até aproximadamente -8°C). Excesso de umidade pode prejudicar esta planta.

Luminosidade

Exige iluminação solar direta.



Em regiões onde cresce espontaneamente, a alcaparreira pode ser encontrada crescendo até mesmo em fissuras de muros

Solo

Pode ser cultivada em qualquer tipo de solo, desde que bem drenado, mas o ideal é um solo calcáreo. Cresce bem mesmo em solos pedregosos, e pode ser encontrada crescendo naturalmente em brechas e fissuras de antigos muros de pedra nas regiões onde é nativa. O pH do solo pode estar na faixa de 6 a 8,5, mas o ideal é um pH levemente alcalino na faixa de 7,5 a 8.

Irrigação

O melhor é que não falte água, mas o solo deve ter uma excelente drenagem e não deve permanecer úmido por um longo tempo. Quando bem desenvolvida não exige muita água e suporta períodos de seca. O excesso de água pode favorecer o surgimento de doenças.



Flor de alcaparra. O botão floral deve ser colhido ainda completamente fechado, antes que a flor se abra

Plantio

O plantio pode ser feito por sementes ou por estaquia. As sementes são pequenas e podem levar meses para germinar. Sementes recém-colhidas podem chegar a germinar em algumas semanas, mas a taxa de sementes que germinam rápido é normalmente baixa. As sementes secas normalmente tornam-se dormentes, podendo ser necessário deixá-las por um dia imersas em água, mantê-las por dois ou três meses em um tecido umedecido no refrigerador e então novamente deixá-las imersas em água morna por um dia, antes de semeá-las. Semeie em sementeiras, saquinhos para mudas ou vasos, transplantando as mudas para o local definitivo quando estiverem com um ano. As mudas crescem lentamente nos primeiros meses.
O plantio por estaquia tem a vantagem de produzir mudas com aspecto mais uniforme, mas a taxa de enraizamento dos ramos é relativamente baixa. Use pedaços de ramos com cerca de 20 cm de comprimento, retirados preferencialmente da base ou do meio de um ramo saudável de um ano de idade. Retire as folhas e plante os pedaços de ramos em vasos.
O espaçamento recomendado varia conforme o cultivar e as condições de cultivo, podendo ir de 2,5 m a 5 m entre as plantas. A alcaparra também pode ser cultivada em vasos.

Tratos culturais

Retire plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes.
Quando a planta se encontra dormente, pode os ramos, eliminando os ramos mortos, fracos ou doentes. Quando a planta estiver em plena produção, corte os ramos improdutivos.



Quando não colhidas e polinizadas, as flores produzem frutos que podem ser preparados em conservas quando estão semimaduros 

Colheita

A colheita dos botões florais é feita quando ainda estão completamente fechados. Portanto, a colheita dos botões deve ser repetida a cada três ou quatro dias durante os meses em que ocorre a floração. As flores que começarem a abrir não devem ser colhidas. Estas podem produzir frutos, que podem ser colhidos e preparados em conserva quando se encontram já bem desenvolvidos, quase maduros. A colheita dos botões florais deve ser feita preferencialmente em dias secos.
Os botões frescos têm um sabor muito amargo e devem passar por um processo de fermentação antes do consumo. Para isso, os botões podem ser dispostos em camadas preenchidas com sal, ou podem ser deixados em salmoura ou em uma solução de vinagre e sal, por pelo menos 20 a 30 dias, para adquirirem seu sabor característico.
É possível colher alguns botões no segundo ano de cultivo, mas a produção realmente começa no terceiro e quarto ano. A alcaparra é uma planta perene e pode produzir bem por décadas.



A colheita das alcaparras deve ser repetida frequentemente durante os meses em que ocorre a floração, pois só os botões florais que se encontram completamente fechados são colhidos

SETE BENÉFICIOS DA ALCAPARRA PARA A SAÚDE
Originária da Ásia, as alcaparras vêm de um arbusto da família das Caparidáceas. Raramente cultivada no Brasil, é um alimento rico em ácido cáprico, cálcio, fósforo e ferro, além de vitamina C e K, fibras, sais minerais, proteínas e carboidratos.
O botão da flor da alcaparra é um ingrediente muito usado na culinária mediterrânea, sendo consumido na maioria das vezes como condimento ou em conserva, como as Alcaparras La Violetera, que estão disponíveis em potes de 90 gramas.
Conheça alguns benefícios das alcaparras para a saúde e inclua-as mais no cardápio. Dica: elas ficam deliciosas combinadas com peixes.
1 – O ácido cáprico presente nas alcaparras têm propriedades que estimulam o apetite e são digestivas;
2 – Por serem fonte de vitamina C, as alcaparras ajudam a prevenir gripes e resfriados;
3 – A vitamina K atua no metabolismo ósseo e na coagulação sanguínea;
4 – As fibras contribuem para o funcionamento do intestino;
5 – O cálcio presente nas alcaparras contribui para o funcionamento do cérebro e dos músculos;
6 – O ferro atua na síntese das células vermelhas do sangue e no transporte do oxigênio para todas as outras células do corpo;
7 – O fósforo atua na formação dos dentes e dos ossos, além de agir nas reações químicas que liberam energia.
FECEITAS

Salmão com molho de alcaparras



  • 1 posta de salmão de 1 kg
  • 1 dente de alho amassado
  • Azeite, suco de limão, alecrim, sal a gosto
  • Rodelas de batata pré-cozidas
Molho:
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 4 colheres de sopa de alcaparras
  • Salsinha a gosto

MODO DE PREPARO

  1. Tempere o salmão com o suco de limão, o alho o alecrim e o sal
  2. Deixe descansar na geladeira por 30 minutos
  3. Numa travessa untada coloque as rodelas de batata, o salmão
  4. Regue com azeite e leve para assar por 30 minutos coberto com papel alumínio
  5. Retire o papel e deixe dourar
Molho:
  1. Em uma frigideira aqueça a manteiga o azeite, coloque as alcaparras escorridas e lavadas (elas são muito salgadas) a salsinha e desligue
  2. Retire o salmão do forno
  3. Cubra com o molho e sirva
Agricultor investe no cultivo de alcaparra


Receita de Salmão ao Molho de Alcaparras




FRANGO AO LIMÃO E ALCAPARRAS




Molho de Alcaparras com Mostarda



sábado, 29 de agosto de 2015

Colheita do Alho



Alho (Allium sativum)

O alho é uma hortaliça de bulbo muito protegida contra a água formada por bulbilhos (dentes) um número variável de dentes protegidos individualmente por uma túnica e protegidos coletivamente por uma túnica de folhas secas. O alho é um produto reconhecido pelo seu valor medicinal e usado principalmente como tempero. A principal substância pungente que compõem o sabor característico do alho é o dialil dissusfeto que compõem aproximadamente 70% dos compostos voláteis deste produto (Wu et al., 1996) 


O alho deve ser colhido quando cerca de 2/3 de sua folhas já começam a amarelecer e ou secar, pode ou não ocorrer tombamento dependendo da cultivar. Bulbos colhidos ainda imaturos deterioram rapidamente e a colheita muito tardia também causa aumento de perdas. Para colher os bulbos mais secos, deve-se suspender a irrigação 2 a 3 semanas antes da colheita. Após a colheita as ramas só devem ser cortadas após estarem amareladas e secas (cura). O corte das ramas ainda verdes expõem tecidos vivos e feridos a ação de patógenos, que causam apodrecimento. O corte das ramas deve ser feito deixando-se um pescoço de pelo menos 2cm, o corte muito rente da rama causa aumento de deterioração no armazenamento. 
Atualmente já há vários alhos nobres, que podem ser cultivados no Brasil. Estas cultivares de alho nobre possuem menos de 20 dentes ou bulbilhos e formam um bulbo com diâmetro da ordem de 6cm. Cultivares comuns apresentam mais de 20 dentes por bulbo. As cultivares de alho tipicamente tem cor branca ou roxa. A cultivar Peruano, uma das cultivares, roxas que produz dentes grandes apresenta perfilhamento, e produz os chamados bulbo sorriso nos quais a túnica não envolve os bubilhos. Como este defeito não chega a causar sérios prejuízos à conservação, esta cultivar é bem aceita por comerciantes e consumidores. O defeitos mais graves do alho são o chochamento, a brotação e o apodrecimento. Outros defeitos que podem ter importância variável são os ferimentos, rachaduras e os danos de pragas (Brasil, 1986) 
A principal vantagem da armazenagem do alho é permitir a venda do produto por melhor preço em períodos de entressafra. O alho pode ser conservado por 4 a 6 meses em armazéns não refrigerados. Neste tipo de armazenamento a perda de água e chochamento são as principais causas de perdas pós-colheita (Finger & Puiatti, 1994; Luengo et al., 1996). O alho pode ser armazenado com a rama, solto ou em réstias (Figura 3) ou sem a rama em caixa e sacos. Os bulbos com rama seca soltos ou em réstias servem para o armazenamento de curta duração feito na propriedade agrícola. O armazenamento prolongado deve ser feito após a toalete dos bulbos apropriadamente curados. Não se prestam para o armazenamento prolongado os bulbos que sofreram deficiência de cálcio ou boro durante o cultivo, visto que estas deficiência minerais tornam os bulbos mais susceptíveis ao chochamento por desidratação. No armazenamento as perdas por chochamento podem também ter outras causas. Por exemplo, o chochamento com amarelecimento interno e nas escamas dos bulbilhos é usualmente causado por nematóides como o (Ditylenchus dipsaci), outros tipos de chochamento podem envolver a ação de ácaros e de fungos, Charchar (2001). 
O alho é uma das poucas hortaliças que deve ser armazenada sob umidade relativa do ar baixa (70 a 85%). Umidade relativa inferior a 70% causa excessiva perda de água e umidade maior que 85% pode favorecer o apodrecimento dos bulbos mesmo que não ocorra condensação de água na superfície deste produto. Temperaturas entre 5 e 15 °C são ótimas para a quebra da dormência e tem efeito de vernalização (Mann, 1952; Silva, 1985). Por esta razão o alho deve ser armazenado em temperaturas ao redor de zero graus. Há recomendações de armazenamento de alho entre -1,0 e -2,0 oC (Bottcher & Gunther, 1994). Na verdade há até recomendações de armazenamento do alho a -3,0 e a -4,0 (Bertolini & Tian, 1996), no entanto, estas temperaturas mais baixas de armazenamento envolvem o risco de perda do produto por congelamento se não houver controle acurado de temperatura na câmara fria ou se o alho armazenado não estiver bem curado. Em termos de se Temperaturas próximas a 0 oC também causam quebra da dormência e vernalização, porém inibem o desenvolvimento da brotação dos bulbilhos. Assim os bulbilhos armazenados em baixa temperatura brotam rapidamente quando voltam para temperaturas próximas a 20 oC. Temperaturas acima de 28 oC inibem a brotação, porém causam excessiva desidratação e deterioração do alho. 
O armazenamento refrigerado do alho facilita o controle de pragas, como os ácaros que causam chochamento dos bulbilhos. No armazenamento em temperatura ambiente no Brasil (>20oC) o controle de pragas de armazenamento é feito com o uso de fumigação como fosfina e brometo de metila (Cosenza et al., 1981; Santos et al., 1972). 
Durante o armazanamento alho ocorre uma superação da dormência que é governada por possivelmente pelo balanço de promotores e inibidores de crescimento. Após a superação da dormência se houver condições apropriadas de temperatura e umidade suficiente ocorre a brotação e a formação de raízes. Neste processo as reservas dos bulbilhos são consumidas num processo que envolve aumento da respiração, aumento da transpiração e perda da firmeza e da qualidade do bulbilho para consumo. Por esta razão a brotação é um dos grandes problemas do armazenamento prolongado de cultivares de alho com período de dormência curto. 
A brotação do alho pode ser controlada como o uso de uma dose ao redor de 100 Gy de irradiação gama de fontes de Césio (137Ce) ou de Cobalto (60Co) (Kader, 1986; Maxie et al., 1971). Alternativamente a brotação pode ser inibida com 2000mg/L de hidrazida maleica aplicada como pulverização folhar cerca de duas semanas antes da colheita (El-Oksh et al. 1971; Kader, 1986), quando cerca de 40% das plantas apresentaram o tombamento. Apesar de numerosos estudos terem evidenciado que frutas e hortaliças irradiadas com fontes que não causem radiação induzida serem seguras, estes produtos irradiados ainda não este liberados para consumo no Brasil. A hidrazida maleica após controvérsias sobre possíveis efeitos cancerígenos voltou a ser liberada pelo ministério da agricultura no Brasil, e em alguns países que tinham suspendido o uso deste produto. Do ponto de vista de controle de brotação a hidrazida maleica é comprovadamente eficiente e pode ser inclusive ser utilizada para a desvitazação do alho importado, que não deva ser utilizado pelos agricultores. 
Recentemente tem se tornado popular a comercialização dos bulbilhos descasdos dentro de embalagens plásticas. A remoção das folhas protetoras dos bulbilhos causa a quebra da dormência. Assim o alho minimamente processado é um produto muito mais perecível que murcha e deteriora com mais facilidade. Por esta razão este produto minimamente processado deve ser armazenado em temperatura entre -1,0 e 0,0 oC. Temperaturas acima de 3oC devem ser consideradas altas e prejudiciais


Alho, Plantas Que Curam



Utilização Fitoterápica:

O alho era muito utilizado há milhares de anos pelos hebanários (estabelecimento que vende ervas medicinais) e curandeiros para combater inúmeras doenças.
Louis Pasteur, químico francês do século XIX, evidenciou propriedades anti-sépticas que há no alho, informações, estas usadas na Primeira e Segunda Guerra Mundial, pelos exércitos inglês, alemão e russo. Hoje o alho é receitado pelos naturalistas e outros que acreditam na cura pelas ervas como também para prevenir resfriados, gripes e doenças infecciosas.
Foi feito um estudo pelos cientistas mais profundo, a respeito do uso do alho para o colesterol e na hipertensão, eles explicam que a alicina, uma substancia química que se forma quando o alho é esmagado, reduz os níveis de colesterol e baixa a pressão arterial, também nesta pesquisa descobriram que reduz as coagulações sanguíneas, diminuindo assim o risco de infarto e derrame cerebral.
Foram feitas pesquisas em laboratórios com animais, que mostram que o alho ajuda a diminuir o câncer de mama, pele e pulmão, além de ajudar a prevenir o câncer do cólon e do esôfago.
Ainda não foi determinada a quantidade de alho a ser consumida para obter esses benefícios a saúde. Alguns médicos alemães acreditam que quatro gramas, que seria o equivalente a dois dentes de alho, seria o suficiente para tratar a hipertensão ou o colesterol, já para inibir a coagulação sanguínea, teria no mínimo ser 10 dentes de alho.






Já os clínicos descordam quanto a ser cozido ou desidratado que o consumo seja cru, o seu inconveniente é que o alho cru pode causar indigestão, e também pode causar irritação na mucosa, e na pele.
Não existem garantias de que ele evita as doenças. Mas de qualquer forma sabemos que o alho enriquece as refeições deixando com mais sabor. 
Tradicionalmente, o alho como um alimento Yang tem sido usado para promover circulação de energia, aquecer o estômago e remover algumas substâncias tóxicas acumuladas. Isso é compatível com o descobrimento moderno do alho ser capaz de matar germe, promover a digestão e melhorar o apetite. Mas descobriram-se nos últimos anos que o alho possui muitas funções terapêuticas mais importantes, tanto quanto sendo usado como um remédio para hipertensão, hepatite e câncer.
O alho tem estado em uso popular no Japão há um longo tempo, e um recente estudo Japonês revelou que o alho contém um mineral chamado Ge que é capaz de prevenir o câncer de estômago. Um time de médicos do “Hunam Medical College” na China, o qual chamou a si próprio de Grupo Pesquisador do Alho como Agente Anticancerígeno, usou um medicamento patenteado feito de alho para tratar 21 casos de carcinoma de nasofaringe (câncer do nariz e da garganta) com resultados significantes na maioria dos casos. Além disso, o mesmo grupo de médicos também descobriu que o alho é eficaz para tuberculose pulmonar, coqueluche, disenteria amebiana e bacilar, enterite (inflamação dos intestinos), oxiuríase (oxiúro), ancilostomíase (uncinariose), prevenção de gripe e de epidêmica (inflamação do cérebro e aplicação externa para o tratamento de vaginite por tricomonas)
O alho tem efeitos colaterais, entretanto, e por esta razão, deveria ser usado com cuidado. O alho pode fazer com que as hemácias se tornem marrom escuras pelo contato, e também podem dissolver as hemácias quando aplicado em grandes concentrações. Além disso, o óleo volátil contido no alho pode inibir a secreção de sucos gástricos e também pode causar anemia. Sabe-se bem que o alho pode causar mau hálito, o qual pode ser reduzido ou eliminado pelo gargarejo com chá forte, comendo algumas tâmaras vermelhas ou bebendo algumas xícaras de chá. 


O alho na fitoterapia

A utilização do alho como fitoterápico ou como alimento funcional remonta à antiguidade. Há indícios de seu uso no Antigo Egito, na Grécia (onde era conhecido como “rosa de mau cheiro”) e na Babilônia, há mais de 5 mil anos. Documentos Chineses de 3 mil anos, anotados por Marco Polo falam do uso medicamentoso do alho, para desintoxicação.
Foi Hipócrates o primeiro a descrever com detalhes o uso terapêutico do alho, como diurético e laxante. Plínio e Galeno, médicos romanos também utilizavam o alho para o tratamento de infecções intestinais, problemas digestivos, pressão alta, senilidade e impotência.
Consta que a uma das primeiras greves de que se tem notícia aconteceu quando os trabalhadores que construíam as pirâmides do Egito deixaram de receber sua porção diária de alho, que estava em falta no mercado. Eles acreditavam que tal alimento os deixava com maior rendimento físico e os protegia das endemias típicas da época, como o cólera, o tifo e a varíola.
Louis Pasteur demonstrou as propriedades anti-sépticas do alho, o que motivou seu uso nas Grandes Guerras, tanto por ingleses, como por alemãs e russos.
Com o desenvolvimento dos antibióticos durante a segunda grande guerra, os estudos com o alho foram abandonados até recentemente, quando se renovou o interesse devido ao aparecimento de microorganismos resistentes aos antibióticos.
De fato, a alicina – substância presente na planta – tem ação bactericida em infecções de pele como a furunculose e também ação antiviral comprovada contra o vírus da gripe. O extrato de alho é usado atualmente como antibiótico e antifúngico e como antiviral no tratamento da herpes e outros vírus relacionados. Aumenta a ativação das células T e acentua a função antitumoral dos macrófagos. Na China, altas doses provaram ter eficiência no tratamento da meningite criptocócica, infecção fúngica muito resistente à terapia convencional.
São também muito conhecidas as propriedades vermífugas do alho, tanto anti-helmínticas quanto antiprotozoários, principalmente a ameba.
Por ser um inibidor das proteases, o alho afeta a concentração sérica de alguns antiretrovirais que utilizam a mesma via metabólica, como o indinavir e o saquinavir, reduzindo sua concentração em até 50%. Isto serve de alerta para que se tenha cautela no uso indiscriminado da planta, principalmente em pacientes que vivem com HIV e que façam uso do “coquetel” anti-HIV.
Além deste caso, foram descritos alguns casos de dermatite de contato e asma alérgica após a ingestão de alho.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, o risco de homens que comem mais alho e cebola em desenvolver câncer de próstata é 50% menor que os que não fazem o uso destes vegetais na dieta.
Foi comprovada a atividade dos leucócitos de pessoas alimentadas com alho 139 % superior que os de pessoas sem alho na dieta. Esta proteção parece ser resultado de vários mecanismos, incluindo: bloqueio da formação de compostos nitrosaminas, hepatoproteção seletiva contra substâncias carcinogênica, supressão da bioativação de vários carcinogênicos, aumento seletivo do reparo do DNA, redução da proliferação celular e indução da apoptose. Possivelmente vários destes eventos ocorrem simultaneamente e a ação dos componentes sulfurados parece ser influenciada por diversos componentes da dieta. Por exemplo, a presença do selênio, seja como parte da dieta, seja componente do suplemento alho, contribui para aumentar a proteção contra carcinogênese mamária induzida pelo 7,2 dimetilbensa (a) antraceno.
composto sulfurado com propriedade antineoplásica
tipo de célula onde atua
ajoene 
linfócitos, células colonicas, leucemia

alicina 
linfóide

dialil sulfeto 
próstata, leucócitos

dialil dissulfeto 
pulmão, células colonicas, pele, próstata, mama

dialil trissulfeto 
pulmão

s-alil cisteína 
neuroblastoma, melanoma

s-alilmercaptocisteína 
próstata, mama


Esta capacidade de alimento funcional parece ser devida a um composto sulfuroso, o allium, que também é o responsável pelo cheiro característico.
Os compostos de enxofre e flavonóide quercetina parecem ser os responsáveis pela prevenção do aparecimento de células cancerosas no estômago e fígado.
A ação antioxidante da alicina, da aliina e do ajoeno justificam o efeito do alho sobre as LDL pois inibem a peroxidação lipídica por meio da inibição da enzima xantina oxidase e de eicosanóides. O alho também eleva a capacidade total antioxidante do organismo devido à ação dos bioflavonóides quercitina e campferol, por meio de um mecanismo mediado pelo óxido nítrico e, in vitro, age diretamente como varredor dos radicais livres. a alicina mostrar analogia estrutural com o dimetilsulfeto, o qual possui uma boa capacidade varredora de radicais livres. A presença de selênio em sua composição também contribui com este efeito. Isto quer dizer que os compostos sulfurados aliados aos bioflavonóides incrementam, a ação medicamentosa do alho.
Indica-se a suspensão de suplementos de alho para gestantes, nutrizes, crianças abaixo de quatro anos e nos períodos pré e pós-cirúrgicos devido ao seu efeito antiplaquetário. Este mesmo efeito indica seu uso como adjuvante no tratamento da hipertensão arterial e das arritmias cardíacas.
Há evidências, cuja comprovação depende ainda de estudos mais profundos e sistemáticos, com relação à funcionalidade alimentícia do alho no que tange ao aparelho cardiovascular. Os achados até agora indicam possíveis benefícios no controle dos níveis de colesterol no sangue, bem como no controle da hipertensão arterial. Várias pesquisas têm atribuído os efeitos terapêuticos do alho à presença de algumas substâncias, cujas mais notáveis são:
· Óxido dialildissulfeto – redução dos níveis de colesterol e outros lipídeos; 
· Germânio – elemento condutor de oxigênio, agente hipotensor; 
· Selênio – mineral com efeito protetor no coração, pois ajuda a prevenir a formação de ateroma, anticoagulante e hipotensor.

100 g de alho contém, aproximadamente:
água 
59g

calorias 
149 kcal

lipídeos 
0,5 g

carboidratos 
33,07 g

fibra 
2,1 g

manganês 
1672 mg

potássio 
401 mg

enxofre 
70 mg

cálcio 
181 mg

fósforo 
153 mg

magnésio 
25 mg

sódio 
17 mg

vitamina B-6 
1235 mg

vitamina C 
31 mg

ácido glutamínico 
0,805 g

arginina 
0,634 g

ácido aspártico 
0,489 g

leucina 
0,308 g

lisina 
0,273 g

proteínas 
6,05 g

aalfa-tocoferol 
10,00 micro g


outros: 

ácido alfa-aminoacrílico; ácido fosfórico livre; ácido sulfúrico; ajoeno (produzido por condensação da alicina); açúcares (frutose e glicose); alil; alil-propil; aliína (que se converte em alicina); aliinase; aminoácidos (ácido glutamínico, arginina, ácido aspártico, leucina, valina e lisina); citral; desoxialiina; dissulfeto de dialila; felandreno; galantamina; geraniol; heterosídeos sulfurados;insulina; inulina; linalol; minerais (manganês, potássio, cálcio, fósforo, magnésio, selênio, sódio, ferro, zinco, cobre); nicotinamida; óleo essencial (muitos compostos sulfurados, dentre eles: disulfuro de alil, trisulfuro de alil, tetrasulfuro de alil); óxido dialildissulfeto; polissulfeto de dialila, trissulfeto de dialila; prostaglandinas A, B e F; proteínas; quercetina; sulfetos de vinil; trissulfeto de alila; vitaminas A, B6, C, ácido fólico, pantotênico, niacina).

composto possível
atividade biológica
aliina 
hipotensor, hipoglicemiante

ajoeno(ajocisteína) 
prevenção de coágulos, antiinflamatório, vasodilatador, hipotensor, antibiótico

alicina e tiossulfatos 
antibiótica, antifúngica, antiviral

alil mercaptano 
hipocolesterolemiante

s-alil cisteína e compostos gama glutâmico 
hipocolesterolemiante, antioxidante, quimioprotetor frente ao câncer

sulfeto dialil 
hipocolesterolemiante

adenosina 
vasodilatadora, hipotensora, miorelaxante

fructanos (escorodosa) 
cardioprotetora

fração proteica F-4 
imunoestimulante

quercetina 
antialergênica

saponinas (gitonina F, eurobosído B) 
hipotensora, antimicrobiana

escordinina 
hipotensora, aumenta a utilização de B1, antibacteriana

selênio 
antioxidante

ácidos fenólicos 
antiviral e antibacteriana

saponinas 
anticancerígena


Esta é a contribuição do Professor Luiz Azar. Fim
8) Conclusão:

Com o sabor marcante e aroma envolvente, este pequeno alimento, parente da cebola, nos é de grande utilização. Muito usado por nós brasileiros como tempero e como remédio.
Vimos que este condimento tem enorme importância em nossas casas, não só por ser indispensável na cozinha como faz muito bem à saúde. Gripou? Tome um chá de alho.
Se você é um amante do alho, abuse do seu sabor, que assim sua saúde será privilegiada com a ação fitoterápica deste bulbo. Mas lembre-se de dar alho às pessoas a sua volta, assim ninguém irá perceber que você comeu alho também.