quarta-feira, 29 de julho de 2015

Capuchinha - Tropaeolum majus




  • Nome Científico: Tropaeolum majus
  • Sinonímia: Cardamindum majus, Tropaeolum elatum, Tropaeolum hortense, Tropaeolum hybridum, Tropaeolum pinnatum, Tropaeolum quinquelobum, Trophaeum majus
  • Nome Popular: Capuchinha, chagas, nastúrcio, agrião-do-méxico, flor-de-sangue, flor-de-chagas, nastúrcio, mastruço, coleária-dos-jardins
  • Família: Tropaeolaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: América do Sul
  • Ciclo de Vida: Bienal
A capuchina é conhecida em diversas culturas, como uma planta multifuncional. Além de ornamental e medicinal, atualmente está muito na moda sua utilização culinária. Suas folhas são bastante arredondas e sem brilho. As flores podem ser simples ou dobradas de coloração amarela, laranja ou vermelha e são muito saborosas. Seu sabor é picante, em saladas frias, sucos e finalização de pratos. A floração ocorre na primavera e verão.
Pode ser plantada em vasos e jardineiras, assim como em maciços e canteiros e não raramente presta-se como forração. Se conduzida em suporte adequado, torna-se uma bela trepadeira.
Deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil enriquecido com composto orgânico, com regas periódicas. Multiplica-se por sementes.
Medicinal
  • Indicações: Afecções da pele e anexos, problemas digestivos e pulmonares, escorbuto, insônia.
  • Propriedades: Bactericida, digestiva, expectorante, sedativa, tônica, rica em vitamina C.
  • Partes usadas: Toda planta com exceção da raiz.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Begônias, Como Cultivar




Begônias 

As begônias pertencem à família da begoniáceas e são plantas de vaso, podendo ser cultivadas em jardins. A maioria das variedades de begônia são nativas da América do Sul, da África e da Ásia. Seu habitat natural são as matas úmidas. Para o cultivo de begônias, é preciso selecionar plantas saudáveis com folhas inteiras, viçosas e sem manchas. A propagação é feita através de mudas ou folhas, que devem ser plantadas em caixotes com areia e, posteriormente, transferidas para vasos contendo solo misturado com areia e composto orgânico.
Principais espécies

Begônia bowerae (begônia cílio-miniatura)


Originária do México, é planta cultivada à meia-sombra. Necessita de muita luz, porém não suporta sol diretamente sobre ela, entre 10 e 17 horas. Tem porte de até 30 centímetros. Sua propagação é feita através de estacas de folhas ou divisão de rizomas. Necessita de solo sempre úmido. As flores aparecem durante a primavera. Nesta espécie, as folhas são mais atraentes.



Begônia elatior “Rieger”


Conhecida como begônia holandesa ou begônia rigis, desenvolve-se através de hibridações. Tem porte de até 30 cm. E floresce durante quase todo o ano. As flores desta espécie são bastante atraentes. A propagação é realizada por divisão da planta. Não suporta clima frio, necessitando de proteção no inverno. Desenvolve-se melhor em temperaturas em torno de 30º C.



Begônia tuberhybrida (begônia tuberosa ou begônia de flor grande)

Adapta-se aos climas tropical, subtropical e úmido. Desenvolve-se melhor em solos argilo-arenoso, ricos em matéria orgânica. Sua propagação é feita, principalmente, por tubérculos, mas pode ser realizada também através da estanquia de folhas. A melhor época para o plantio é a primavera e o verão. É plantada em vasos individuais, sendo uma planta de sombra ou meia-sombra. Tem porte de 20cm a 30cm.


Begônia masoniana (begônia cruz-de-ferro)

É originária da Ásia tropical. Tem porte de até 40cm e folhas e flores atraentes. As flores aparecem durante o verão. A propagação é feita por divisão de touceiras. Também necessita de muita luz, mas não suporta sol diretamente sobre ela, entre 10 e 17 horas. Não suporta clima frio, necessitando de proteção no inverno.

Begônia rex híbrida (begônia rex)

É desenvolvida através de hibridações. A propagação é feita, principalmente, por estacas de folhas e divisão de touceiras. Necessita de solo sempre úmido. Seu porte é de até 40cm e tem folhagem atraente. Necessita de muita luz para seu desenvolvimento, mas não suporta sol diretamente sobre ela, entre 10 e 17 horas. Prefere temperaturas em torno de 15º C. Não suporta clima frio, necessitando de proteção no inverno. É considerada planta de meia-sombra.



Begônia semperflorens “Cultorum” (begônia sempre-florida ou begônia anã)

É originária do Brasil. Tem porte de até 30cm, floresce durante quase todo o ano e suas flores são atraentes, nas cores branco, rosa e vermelho. A temperatura ótima para germinação é de 25º C. Propaga-se através de sementes, em qualquer época. É uma planta perene, tolera sol pleno ou meia-sombra, com proteção dos ventos. Pode ser usada como forração e é ideal como espécie ou maciço isolado. Também necessita que o solo esteja sempre úmido. Existem variedades com folhas verdes e folhas marrons, independentemente da cor da flor.

CUIDADOS

Nos vasos, a água deve ser colocada nos pratinhos, em quantidade que a planta absorva, sendo que o excesso deve ser jogado fora.
Os ramos mais fracos e as flores murchas devem ser cortados. Após o corte, pode ser passado carvão moído no ponto de corte, o que evita a entrada de microorganismos indesejáveis e acelera a cicatrização.
A adubação de manutenção pode ser a base de adubo orgânico, distribuído na superfície de terra do vaso e misturado à terra, ou adubos químicos já formulados, encontrados em lojas especializadas. A adubação deve ser feita uma vez por mês.
Sintomas comuns em casos de problemas com pragas e doenças ou tratos culturais incorretos:
-
os caules crescem demais e as folhas não se desenvolvem, principalmente em ambientes de pouca iluminação. Os vasos devem ser levados para locais mais claros e devem ser devidamente adubados.
- as folhas murcham e os caules escurecem por causa do excesso de água, o que provoca o ataque de pragas e doenças. As irrigações devem ser diminuídas.
- quando as bordas escurecem, as folhas murcham e tendem a enrolar. Recomenda-se irrigar.
- quando a planta não floresce e fica com excesso de folhas, é sintoma típico de desequilíbrio de nutrientes. A aplicação de adubos com alto teor de fósforo e o mesmo teor de nitrogênio é importante (por exemplo, adubo NPK 10-10-10 ou 5-10-5).
- plantas com ácaros, cochonilhas e doenças causadas por fungos são mais fáceis de ocorrer nas begônias. Em alguns casos pode ser necessário o uso de produtos para controle, encontrados em lojas especializadas. Na dúvida, consulte um engenheiro agrônomo

Como cultivar Begônia




sexta-feira, 24 de julho de 2015

Cultivo da Buganvília (ou primavera, ou bugainville, ou Buganvileas)



PLANTAS DE JARDIM

Buganvileas (ou primavera, ou bugainville, ou bugainvillea)

De origem brasileira, a primavera (Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra) - também conhecida como buganvília, ceboleiro, três-marias ou flor-de-papel - é uma espécie rústica, que exige poucos cuidados. Seu nome foi dado em homenagem ao francês Louis Antoine Bougainville, que a descobriu em nosso país, por volta de 1790, e a levou para a Europa, onde ela se tornou famosa e se difundiu para o resto do mundo.
As belas e coloridas "flores" da primavera não são exatamente as flores da planta: são brácteas (folhas modificadas) que envolvem as verdadeiras, e relativamente insignificantes, flores amareladas. O conjunto resulta numa aparência exótica, encontrada nas cores branca, rosa, vermelho intenso ou laranja.
Por ser uma espécie muito hibridada, já se obteve brácteas com dezenas de formas e cores, inclusive bicolores - e também a forma variegada. Quando adulto esse arbusto escandente e espinhento pode atingir de 5 a 10 metros de comprimento. A primavera é uma planta muito rústica, que necessita de poucos cuidados e se adapta a diversos tipos de clima; sendo, inclusive, bastante resistente a mudanças bruscas de temperatura. É certo, porém, que os coloridos mais vibrantes e intensos desta planta são encontrados em locais de clima quente e úmido.

Reprodução, cultivo, poda e adubação

Primaveras multiplicam-se por alporquia ou por estacas de galhos lenhosos, com aproximadamente 20 cm. A primavera gosta de sol pleno, clima quente e úmido, e suporta solos mais secos. As regas podem ser feitas aproximadamente de 15 em 15 dias. A freqüência só deve ser aumentada nos primeiros meses após o plantio ou em épocas muito quentes.
Sobre a questão do sol pleno, é interessante lembrar que em seu habitat natural, a primavera cresce encostada em grandes árvores e utiliza-se dela como tutor. Isso acontece particularmente com a Bougainvillea glabra, que emite brotações muito vigorosas na vertical, até atingir o topo da árvore. Aí, então, abre-se em copa e suas folhas e flores se confundem com as da própria árvore que serviu de apoio.
Assim, podemos pensar que é possível cultivar primaveras à meia-sombra, desde que haja condições da parte aérea receber raios solares diretos.
Recomenda-se fazer uma poda de limpeza periodicamente, removendo galhos secos e doentes, para favorecer o bom desenvolvimento da primavera e estimular sua floração constante. Após a poda é aconselhável realizar uma boa adubação, usando adubos orgânicos ricos em Fósforo (P). Em geral, as primaveras devem ser adubadas preferencialmente com material orgânico (esterco bem curtido, torta de mamona ou farinha de ossos). No caso de optar pelo adubo químico, a recomendação é aplicar uma formulação NPK 10-20-15 ou aproximada, com predominância do P (Fósforo) da fórmula.
Apesar de rústica, a primavera pode ser atacada por lagartas (que devem ser eliminadas pela catação manual) e doenças fúngicas. Se o problema for muito grave, indica-se borrifar a planta com um bom fungicida, tomando sempre o cuidado de não encharcar o seu solo, para evitar o acúmulo de umidade.
Primaveras em vaso: É possível cultivar a primavera em vaso, desde que sejam observados alguns cuidados essenciais:
» Preparar o solo para o plantio com uma parte de terra comum de jardim, uma parte de terra vegetal e duas partes de areia, para facilitar a oxigenação, impedindo que o substrato fique muito compacto.
» Colocar o vaso em local ensolarado. Para florescer, a primavera precisa de pelo menos quatro horas diárias de sol.
» Regar pela manhã ou à tarde, quando os raios solares não estão intensos.
» Fazer adubações periódicas, usando adubos orgânicos ricos em Fósforo (P).

Algumas formas de plantio:

Trepadeira

Bonsai

Em vasos

Carramanchão

Como plantar a buganvília

A buganvília é uma planta tropical que fica cheia de flores coloridas quase o ano inteiro, se for plantada no clima certo. Ela é uma vinha parecida com um arbusto que escala paredes e treliças e floresce todos os anos, se não for exposta a temperaturas muito frias. Veja os passos a seguir para aprender como plantar e cuidar da buganvília.

Decida se quer plantar no chão ou no vaso. A buganvília prospera em lugares quentes e relativamente secos. Se você mora em uma região mais fria, é melhor plantar em um vaso e levar a planta para dentro de casa no inverno.[1]
  • A buganvília se dá melhor quando a temperatura noturna não fica abaixo de 16 °C e a diurna não ultrapassa 38 °C.
  • Em invernos muito frios, a buganvília pode ser colocada para hibernar no porão ou em outro local com pouca luminosidade.

Encontre um local ensolarado no jardim. A buganvília adora a luz e cresce melhor quando fica posicionada para receber sol total, em espaços abertos e virada para Norte (no hemisfério sul) – se você mora no hemisfério norte, plante-a virada para o Sul. A buganvília precisa de pelo menos cinco horas de sol total todos os dias para sobreviver



Escolha um lugar com solo rico e bem drenado. A buganvília não se dá bem em solos que retenham muita água, então garanta uma boa drenagem. Ela precisa de um solo rico e ligeiramente ácido, com pH entre 5,5 e 6,0.
  • Acrescente cal ao solo, para aumentar o pH, ou enxofre, para diminuir o pH, conforme a necessidade.
  • Se for plantar a buganvília no vaso, escolha uma mistura de solo com o nível adequado de pH.
Plante a buganvília. Cave um buraco tão profundo quanto o torrão de raiz da buganvília. Coloque um fertilizante rico em fosfato no buraco, para promover o crescimento das raízes e ajudar as flores a abrirem. Pegue a buganvília e enfie o torrão no buraco. Pressione levemente o solo em torno da base da planta.
  • Se quiser que a buganvília escale uma treliça ou uma parede, certifique-se de plantá-la perto de tal estrutura. À medida que for crescendo, você terá que “treiná-la” para escalar a estrutura, enrolando-a gentilmente na base.
  • Se for plantar a buganvília em um vaso, certifique-se de escolher um que tenha muitos furos de drenagem, pois a buganvília odeia ficar com os “pés” molhados.
Regue moderadamente. A buganvília enfraquece com o excesso de água, ficando sem nenhuma flor e apenas com folhas. Por outro lado, deixar que o solo resseque faz com que a planta fique estressada. Encontre um meio termo – regue o suficiente para manter o solo úmido, mas não tanto para deixar a planta encharcada.


Fertilize regularmente. Alimente a planta com um fertilizante rico em fosfato a cada poucos meses, para manter as flores exuberantes. Fertilizar com muita frequência faz com que a planta cresça vigorosamente, então, se achar que ela está ficando grande demais, reduza o fertilizante.
  • Certifique-se de fertilizar pelo menos uma vez ao ano, no início da primavera, para ajudar o crescimento da planta nessa estação.


Coloque a buganvília dentro de casa no inverno. Se você mora em um clima que fica frio no inverno, e plantou a buganvília em um vaso, leve-a para dentro. Se ela for deixada do lado de fora, não sobreviverá às intempéries.



Pode a buganvília. Essa planta cresce prolificamente e precisa ser bem podada, para forçar o florescimento e manter um formato bonito. Após o término da floração, corte-a em alguns centímetros. Isso promove o crescimento saudável na primavera.[4]
  • Use luvas quando for podar a buganvília. Algumas pessoas ficam com uma irritação cutânea parecida com a causada pela hera-venenosa quando a podam.


Treine a buganvília. Essa planta precisa de apoio para cobrir paredes, cercas ou outras áreas. Se você quer que ela cresça em determinado local vertical, pode pendurar fileiras de arame ou barbante na superfície que pretende cobrir. Enfie os galhos da buganvília por trás desses suportes de orientação a intervalos regulares. Tome conta do crescimento e ajuste conforme a necessidade, até a buganvília começar a cobrir a parede ou outra superfície.





Cultura do Alface


APRESENTAMOS DOIS SLIDES SOBRE A CULTURA DO ALFACE, SUGERIMOS CLICAR NAS DUAS SETINHAS DO SLIDE PARA VISUALIZARES EM TELA CHEIA.
A alface é uma cultura plantada e consumida em todo o território brasileiro, mesmo com as diferenças climáticas e os hábitos de consumo. Por esta razão, é uma das hortaliças mais cultivadas em hortas domésticas. Como sua vida pós-colheita é curta, normalmente as zonas produtoras concentram-se perto de áreas metropolitanas, os chamados “cinturões-verdes”. Durante o inverno nas regiões Sul e Sudeste são cultivados alfaces importadas adaptadas ao clima mais frio, enquanto nas demais regiões predominam as alfaces de verão. De um modo geral, as cultivares de verão tendem a apresentar atributos de qualidade inferiores, como um número menor de folhas e cabeças menos compactadas. Como a alface é originária de regiões de clima temperado, existe uma dificuldade adicional em se desenvolver novas cultivares para climas tropicais.
A alface é uma cultura que pode ser plantada o ano todo, dependendo da cultivar, sendo as folhas o produto consumido. O espaçamento mais recomendado é o de 25-35 x 30-40 cm. São necessários 4 kg de semente para se plantar um hectare. A alface deve ser semeada (em uma profundidade de 1 cm) em bandejas ou em sementeiras, e transplantado para o campo por volta de 20 a 30 dias (ou quando as alfaces tiverem com 4-6 folhas), ou semeadura direta. Sua exposição ao sol é boa, sendo que sua germinação varia entre 3 a 14 dias e podendo ser plantado o ano todo, pois existem variedades para todas as épocas.

Semeadura em bandeja
Tipos de Alface 
Há tipos de alface cultivados no Brasil como: cultivo convencional e o sistema orgânico em campo aberto; o cultivo protegido no sistema hidropônico e no solo. O cultivo de alface a campo no sistema tradicional é o mais importante em termos de área e de produção, concentrando-se geralmente perto dos grandes centros urbanos. O cultivado a campo aberto no sistema orgânico, seguindo os preceitos básicos de uso de adubação orgânica, como compostos e adubos verdes, e manejo de doenças, insetos, artrópodes e plantas espontâneas de acordo com as normas preconizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) ou de certificadoras. O cultivo protegido de hortaliças pode ser feito em casas-de-vegetação ou em telados, de acordo com o tipo de exploração agrícola e, principalmente, condição climática prevalecente na região. O cultivo hidropônico de alface que teve um notável desenvolvimento no Brasil nestes últimos dez anos. Em geral, é feito em casas-de-vegetação de plástico ou telados, de vários tipos e dimensões, de acordo com o clima de cada região.

Plantio campo

Hidroponia


Estufa


Plantio estufa
Nos últimos anos, o consumidor brasileiro tem tido mais acesso a informação e por isto tem demandado produtos mais diversificados. No Brasil, as alfaces mais conhecidas e consumidas são as crespas e as lisas, algumas das quais foram melhoradas para o cultivo de verão ou adaptadas para regiões tropicais, com temperaturas e pluviosidade elevadas, mas nos últimos anos também aparecerem cultivares roxas e com as folhas frisadas.
As cultivares de alface atualmente disponíveis no mercado brasileiro de sementes podem ser agrupadas em cinco tipos morfológicos principais, com base na formação de cabeça e tipo de folhas:
  1. Repolhuda Lisa: apresenta folhas lisas, delicadas e macias, com nervuras pouco salientes, com aspecto oleoso (“manteiga”), formando uma cabeça típica e compacta.
  2. Repolhuda Crespa ou Americana: folhas crespas, consistentes e crocantes, cabeça grande e bem compacta.
  3. Solta Lisa: folhas lisas e soltas, relativamente delicadas, sem formação de cabeça.
  4. Solta Crespa: folhas grandes e crespas, textura macia, mas consistente, sem formação de cabeça; pode ter coloração verde ou roxa.
  5. Tipo Romana: folhas tipicamente alongadas, duras, com nervuras claras, com uma cabeça fofa e alongada, na forma de cone
Americana
Crespa Roxa
Crespa Verde
Lisa solta
Mimosa
Repolhuda lisa
Romana
Solo
A calagem deve ser realizada 30 dias antes do plantio, se necessário. Coloca-se 80 toneladas de esterco de curral, ¼ dessas quantidades de esterco de galinha curtido, misturando com a terra do canteiro. No plantio deve-se colocar 40 kg/ha de nitrogênio, 300 kg/ha de fósforo, 150 kg/ha de potássio e 1 kg/ha de Boro. Em cobertura, fazer três aplicações de 30 kg/ha de nitrogênio, aos 15, 30 e 45 dias após a germinação (semeadura direta). No sistema transplante de mudas, aplicar as três parcelas de nitrogênio, decorridos 10, 20 e 30 dias após o transplante. Os solos devem estar bem frescos e bem drenados com texturas franca ou argilosa, ricos em matéria orgânica bem decomposta. Com pH 6,5 – 7,2.
Deficiencia de calcio
Pragas que atacam a alface
As principais pragas que atacam a alface são: pulgão, lagarta minadora e tesourinha. Utilizar os seguintes produtos para controle: carbaryl, dimethoate, malathion, etc.
Lagartas
Pulgão
Doenças que atacam a alface
As principais doenças que atacam a alface são: septoriose, cercosporiose, tombamento, podridão de Sclerotinia, podridão da saia, míldio, mancha bacteriana, vírus do mosaico. Os produtos usados para controle: captan, folget, iprodione, oxicloreto de cobre, etc….
Cercosporiose
Podridão
Colheita
A colheita é realizada entre 50 e 80 dias após a semeadura, dependendo do clima e cultivar. A alface produz normalmente de 100.000 a 120.000 plantas/ha em campo.


Dicas
  • Não pulverize com inseticidas perto da comercialização.
  • Faça a rotação com repolho, cenoura, couve-flor, beterraba e feijão-vagem. E evitar cultivos sucessivos de alface na área a fim de reduzir a ocorrência de doença.
  • Cultivares: lisa (verão e inverno), crespa (verão e inverno), crespa repolhuda (verão e inverno).
  • A irrigação deve ser freqüente, por infiltração ou por aspersão, caso não tenha um manejo de irrigação fazer a irrigação pela manhã ou final da tarde.
  • Os canteiros devem ser preparados de acordo com o sistema de irrigação a ser utilizado.
  • Cuidado na aplicação de água: água em excesso pode matar a planta, porém os canteiros devem ser mantidos sempre úmidos.
  • Tratos culturais: cobertura morta, fazer desbaste deixando apenas 1 planta por cova. Controlar plantas daninhas, herbicidas registrados: fenoxapropetil, fluazifop-butil e glufosinato de amônio.
  • Plantar plantas aromáticas como arruda e/ou catinga de mulata em vários pontos da horta para afugentar insetos.
  • A alface é rico em vitamina A, B, C contem também minerais, como o cálcio, ferro, sódio, cobre, zinco. Magnésio e potássio.
  • O seu uso: em fresco nas saladas ou cozinhada em sopas e em outros pratos. Devem-se consumir as folhas mais verdes e escuras, pois estas contem mais nutrientes. A nível medicinal, a alface tem atividade sedativa, calmante.



Alface, As Plantas Curam



Nome: alface.
Esta hortaliça possui diversas variedades. Todos podem usar a alface, gestantes, em fase de amamentação e crianças.

A alface age como: sedativa, calmante, analgésico, emoliente, cicatrizante, depurativa e desintoxicante.
Indicação: auxiliar no tratamento contra insônia, vertigens, perturbações gerais do sistema nervoso, hipocondria, falta de tranqüilidade, inchaços e contusões.

Máscaras e compressas de alface reduzem o inchaço e a irritação da área dos olhos e servem como calmante e purificante da pele.
Na alface encontra-se um elemento ativo semelhante ao ópio que lhe confere o poder de sedativo, sonífero e redutor da tosse.

O chá: das folhas da alface fervidas funcionam como calmante, assim como regulador do intestino.
Purificar e acalmar a pele: picar a alface, adicionar algumas gotas de óleo de oliva , duas colheres de sopa de iogurte. Usar como mascara facial, que deve ser espalhada sobre uma gaze (não espalhada diretamente sobre o rosto), e então colocar no rosto por um período de 30 minutos.
Irritação nos olhos: amassar as folhas de alface até virar uma papa, e usar como compressa.
Não há contra-indicação.
Indicações: usada com malva, ajuda a combater tosse e catarro. A aface ajuda o estômago a funcionar bem, e nas vertigens. Problemas com insônia, palpitações, reumatismo, hipocondria, nevralgias intestinais e conjuntivites (não foi explicado o modo de aplicação para estas indicações na bibliografia).
O suco extraído do seu caule contém, além de óleo essencial, sais minerais, albumina, asparagina, mannita e lactucina, um princípio ativo amargo.
Fonte : Revista - Ervas & Plantas que Curam. Editora Escala LTDA. SP.
Constituintes químicos: vários princípios amargos, lactupicrina. Manitol, vitamina E, óleo essencial, substâncias resinosas e mucilaginosa. O suco leitoso do caule chama-se Lactucario (francês) e é obtido por incisões (cortes) transversais no caule.
Indicações: usada como hipnótico leve para combater as insônias. Como calmante nas excitações nervosas e como sedativo da tosse, principalmente na coqueluche.
Para o Prof. H. Vignes, o extrato fluido, na dose diária de 2 a 3 colheres de café, seria um excelente remédio da vagotonia em certas formas de dismenorréia e especialmente como calmante em casos de ninfomania acompanhada de congestão dos órgãos genitais externos e internos.

Câncer no pulmão dos fumantes, desde que consumidos diariamente (não especificou se cura ou auxilia contra o câncer). O silício é bom para o crescimento dos cabelos e o complexo de vitaminas B, principalmente o ácido fólico, contribui para uma pele sadia e bonita, além de ajudar o metabolismo das proteínas necessárias para o crescimento e divisão das células.
O valor alimentício encontra-se nas folhas mais escuras e, quando comida crua, a alface ajuda a digestão, beneficia os dentes e as gengivas. O suco de alface deve ser sempre misturado a outros, como o de salsinha, que suaviza o amargor dos talos mais grossos (observa-se que para um tratamento com alface deve constar os talos nos sucos, e não somente as folhas - lavar bem com água corrente antes de usar).
Indicações: anemia, distúrbios hepáticos e nervosos, insônia, prissão de ventre e queda de cabelo.
Encontra-se na alface: vitamina A e E, ferro, magnésio e potássio.